{"id":2152,"date":"2020-07-28T17:41:35","date_gmt":"2020-07-28T17:41:35","guid":{"rendered":"http:\/\/revolutionarena.com.br\/?p=2152"},"modified":"2020-07-28T17:41:35","modified_gmt":"2020-07-28T17:41:35","slug":"mascotes-abandonados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/mascotes-abandonados\/","title":{"rendered":"Mascotes Abandonados"},"content":{"rendered":"\n<p>Por: Cosm\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mascotes<\/strong>. Nunca esse termo foi t\u00e3o usado e aprofundado nos videogames como na \u00e9poca dos 16 bits, mais precisamente com o Mega Drive e Super Nintendo. Se por um lado t\u00ednhamos os medalh\u00f5es que representavam seus respectivos consoles, como&nbsp;<strong><em>Sonic&nbsp;<\/em><\/strong>e&nbsp;<strong><em>Mario<\/em><\/strong>, do outro, uma fila enorme de bichinhos fofinhos, loucos pelos restos do mercado que a dupla deixava pra tr\u00e1s. Neste especial (que sim, foi inspirado na mat\u00e9ria da&nbsp;<strong><em>Old! Gamer 10<\/em><\/strong>) vamos relembrar v\u00e1rios jogos desses personagens que, apesar de viverem na sombra de outros jogos melhores e superiores, conseguiram cativar muita gente, mesmo com a qualidade duvidosa de seus jogos. Com voc\u00eas, o especial sobre Mascotes Abandonados!<\/p>\n\n\n\n<p>A lista foi elaborada sem uma ordem de prefer\u00eancia ou qualquer coisa nesse sentido. Aqui tamb\u00e9m eu citarei desde jogos menos conhecidos at\u00e9 outros que chegaram a ter algum sucesso, mesmo que irris\u00f3rio perto dos t\u00edtulos mais badalados dos consoles. Toda a lista tem jogos que v\u00e3o desde \u00fanicos at\u00e9 s\u00e9ries com 2 ou 3 jogos, mas que jamais fizeram o sucesso esperado entre os donos dos consoles. Espero que todos apreciem e relembrem uma \u00e9poca onde fazer jogos de plataforma com bichinhos fofinhos era quase uma regra de todo desenvolvedor!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-pale-cyan-blue-color has-vivid-purple-background-color has-text-color has-background\"><strong>Os dez mascotes que quase chegaram l\u00e1&#8230;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\"><strong>Bubsy, o gato incompreendido<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_02.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2154\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Bubsy&nbsp;<\/strong>tem uma hist\u00f3ria completamente bizarra. Primeiro, seu design, concebido por&nbsp;<strong>Michael Berlyn<\/strong>&nbsp;(que por sinal tamb\u00e9m ajudou no desenvolvimento de&nbsp;<em>Syphon Filter<\/em>, mais tarde, no PSX), tentava \u00e0 todo custo parecer um &#8220;<em>Sonic engra\u00e7ado<\/em>&#8220;, priorizando a velocidade no gameplay unida ao temperamento engra\u00e7ado do personagem.<\/p>\n\n\n\n<p>Ali\u00e1s, o termo &#8220;<em>engra\u00e7ado<\/em>&#8221; aqui j\u00e1 soava for\u00e7ado at\u00e9 pra \u00e9poca, quanto mais nos dias de hoje. Mas, tentar em v\u00e3o ser engra\u00e7ado era, de longe, o menor dos problemas de Bubsy.&nbsp;<em>&#8220;Eu joguei Sonic por 16 horas sem parar naquela \u00e9poca, o que acabou me dando v\u00e1rias id\u00e9ias para a cria\u00e7\u00e3o de Bubsy&#8221;<\/em>, diz Michael Berlyn ao site&nbsp;<strong><a href=\"http:\/\/www.sega-16.com\/2006\/08\/interview-mike-berlyn\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sega 16<\/a><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s o sucesso inicial do jogo (muito disso devido ao marketing agressivo em diversas publica\u00e7\u00f5es da \u00e9poca), Michael se desvencilhou da&nbsp;<strong>Acollade<\/strong>&nbsp;(produtora de Bubsy) e seguiu seu rumo. Mesmo assim, continua\u00e7\u00f5es sem o seu envolvimento foram desenvolvidas ao longo dos anos. &#8220;<em>Eu e a Accolade seguimos por rumos diferentes ap\u00f3s o lan\u00e7amento de Bubsy. Eu tinha diversas id\u00e9ias para novos personagens, mas a Accolade n\u00e3o estava disposta a banc\u00e1-las<\/em>&#8220;, diz ele.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_03.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2155\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Em sua primeira aventura, o gato bagunceiro j\u00e1 apresentava controles deficientes o bastante para frustrar tanto os f\u00e3s de uma jogabilidade mais r\u00e1pida (acostumados com Sonic) quanto aqueles que preferiam algo mais cadenciado (f\u00e3s de Super Mario). Bubsy n\u00e3o para na tela em momento algum obrigando o jogador a ter uma paci\u00eancia fora do limite se quiser avan\u00e7ar.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_04.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2156\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Outro por\u00e9m do game \u00e9 que, pra tentar se diferenciar dos seus inspiradores, aqui Bubsy pode morrer se cair de determinada altura, o que por si s\u00f3 \u00e9 frustrante ao extremo. Enquanto que planar n\u00e3o \u00e9 uma habilidade intuitiva (e muito menos \u00fatil) do personagem, perder v\u00e1rias vidas em sequ\u00eancia por n\u00e3o conseguir descer de algum lugar alto em seguran\u00e7a deve ter frustrado muita gente naquela \u00e9poca (e deve frustrar at\u00e9 hoje!). O porque dessa decis\u00e3o de fazer o personagem planar vem novamente da inspira\u00e7\u00e3o em&nbsp;<strong>Sonic<\/strong>: &#8220;<em>o modo como Sonic voava pelos ares e depois ca\u00eda sobre as plataformas foi a inspira\u00e7\u00e3o para Bubsy planar no jog<\/em>o&#8221;, conta Michael.<\/p>\n\n\n\n<p>A hist\u00f3ria desse primeiro game girava em torno de Bubsy tentando impedir um vil\u00e3o de roubar todos os novelos de l\u00e3 do mundo, inclusive sua pr\u00f3pria cole\u00e7\u00e3o particular, por mais extraordin\u00e1rio que isso possa parecer.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Bubsy 2<\/strong>&nbsp;veio com algumas melhorias visuais, mais piadinhas do personagem, uma variedade maior de fases e uma piora na jogabilidade. Michael Berlyn n\u00e3o participou das sequ\u00eancias do jogo do gato. Aquele lance de correr indefinidamente pelo cen\u00e1rio ainda era o que impulsionava o gato a se parecer com Sonic, a possibilidade de se escolher as fases por meio de um esquema todo bagun\u00e7ado e o design mais complicado das mesmas te obrigava fazia explor\u00e1-las com o cuidado de um&nbsp;<em>Super Mario<\/em>&nbsp;em algum castelo da vida.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_05.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2157\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Cair de plataformas altas ainda era um percal\u00e7o, mas dessa vez menos punitivo do que no primeiro game. A hist\u00f3ria agora ganhava novos ares, com um vil\u00e3o declarado que estava roubando fatos hist\u00f3ricos e colocando ele mesmo como autor deles. Bubsy segue para diversas \u00e9pocas passadas para impedir o vil\u00e3o de seguir com seu plano diab\u00f3lico, da\u00ed talvez a variedade maior de lugares pro gato visitar.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Bubsy in Fractured Furry Tales<\/strong>&nbsp;saiu para<strong>&nbsp;Atari Jaguar<\/strong>. A julgar pela incongru\u00eancia de se lan\u00e7ar uma esp\u00e9cie de sequ\u00eancia fora do console de origem (ou dos consoles de origem, como eram o Mega Drive e SNES), essa vers\u00e3o n\u00e3o deixa de ser pass\u00e1vel. Aqui nosso gato fanfarr\u00e3o segue por v\u00e1rios contos de fadas, uma hora preso no mundo de&nbsp;<em>Alice no Pa\u00eds das Maravilhas<\/em>, outro no&nbsp;<em>Jo\u00e3o e o P\u00e9 de Feij\u00e3o<\/em>,&nbsp;<em>Ali Baba e os 40 Ladr\u00f5es<\/em>&nbsp;e por a\u00ed vai.<\/p>\n\n\n\n<p>Controles e visuais s\u00e3o parecidos com as vers\u00f5es dos 16 bits da Sega e Nintendo, o que n\u00e3o muda muito o fato do jogo ainda desnecessariamente complicar as coisas ao inv\u00e9s de facilitar.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_06.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2158\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O personagem teve seu derradeiro fim com um jogo para&nbsp;<em>Playstation 1<\/em>, lan\u00e7ado em 1996 e chamado de&nbsp;<strong>Bubsy 3D<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_07.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2159\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Marcando o retorno de Michael Berlyn como design e com a nova onda de jogos poligonais, os produtores enxergaram que essa era a oportunidade para que Bubsy fizesse sua transi\u00e7\u00e3o do mundo 2D para o 3D. &#8220;<em>As escolhas da Accolade de fazer Bubsy II com outro time de desenvolvimento enterraram Bubsy. Tive que reviver o personagem<\/em>&#8220;, afirma Michael. E, se me permitirem, esses caras deviam estar completamente cegos&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Todo aquele ar de &#8220;<em>jogo r\u00e1pido feito Sonic e com alguma explora\u00e7\u00e3o de Mario Bros<\/em>&#8221; foi por \u00e1gua abaixo, tornando Bubsy uma esp\u00e9cie de boneco cabe\u00e7udo que explora ambientes tridimensionais sem o menor acabamento. Mas Michael tem uma explica\u00e7\u00e3o plaus\u00edvel do porque Bubsy 3D ter sido um fiasco total: &#8220;<em>Eu n\u00e3o tinha ferramentas para desenhar cen\u00e1rios, muito menos refer\u00eancias em outros jogos de programa\u00e7\u00e3o de controles em ambientes 3D para me basear. N\u00e3o haviam sequer jogos de plataforma em 3D naquela \u00e9poca!<\/em>&#8220;.<\/p>\n\n\n\n<p>A hist\u00f3ria agora acontece no planeta&nbsp;<em><strong>Rayon<\/strong><\/em>, de onde surgiram os novelos de l\u00e3. O personagem ainda anda e pula, mesmo que na velocidade de uma tartaruga reum\u00e1tica, al\u00e9m de coletar diversos orbs pelo cen\u00e1rio que, em teoria, servem para que ele escape de l\u00e1 com vida. Bubsy ainda tenta ser engra\u00e7ado, mesmo parecendo um daqueles bonecos de posto de gasolina, cabe\u00e7udo e soltando frases de efeito.<\/p>\n\n\n\n<p>Os controles s\u00e3o horr\u00edveis, fazer Bubsy pular sobre infinitas plataformas em cen\u00e1rios 3D chapados, coletando infinitos orbs e enfrentando inimigos bizarros \u00e9 realmente dolorido pra qualquer um que goste do personagem, imagino pra quem nunca gostou&#8230;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_08-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2161\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O game estava planejado ainda pra sair no&nbsp;<em>32X<\/em>&nbsp;e<em>&nbsp;Sega Saturn<\/em>, mas foi cancelado devido \u00e0s vendas parcas e \u00e0s cr\u00edticas severas ao mesmo.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&#8220;<em>Eu me lembro de ter ido \u00e0 CES naquela \u00e9poca, pra mostrar o que t\u00ednhamos conseguido fazer numa beta de Bubsy 3D. Ao mesmo tempo, a&nbsp;<strong>Nintendo&nbsp;<\/strong>mostrava ao mundo sua vers\u00e3o final de&nbsp;<strong>Super Mario 64<\/strong>. Eu e meu parceiro v\u00edamos aquele jogo da Nintendo rodando e t\u00ednhamos plena no\u00e7\u00e3o que dever\u00edamos implementar muito mais coisas no Bubsy 3D, mas o desenvolvimento j\u00e1 estava em seu est\u00e1gio final e a Accolade estava nos pressionando para termin\u00e1-lo.<\/em>&#8220;, revela Michael.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">&#8230;..<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\"><strong>Aero the Acro-Bat, o morcego com atitude e Zero the Kamikaze Squirrel, o plano B<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_09.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2162\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Aero foi criado pelo designer&nbsp;<strong>David Filler<\/strong>, que tamb\u00e9m foi respons\u00e1vel pelo lend\u00e1rio<em>&nbsp;Maximo: Ghosts to Glory<\/em>, do PS2. O primeiro jogo,&nbsp;<strong>Aero the Acro-Bat<\/strong>, foi desenvolvido pela&nbsp;<strong>Iguana Entertainment<\/strong>, publicado pela&nbsp;<strong>Sunsoft<\/strong>&nbsp;e lan\u00e7ado em 1993 para Super NES e Mega Drive.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim como quase todo mascote na \u00e9poca, Aero era inspirado em Sonic, mas n\u00e3o na sua velocidade ou level design. Aero tinha sua maior inspira\u00e7\u00e3o na atitude de Sonic.<\/p>\n\n\n\n<p>Morando em um circo, Aero tem a miss\u00e3o de livrar seu espet\u00e1culo das m\u00e3os perversas de&nbsp;<em>Edgar Ektor<\/em>, que tamb\u00e9m trabalha no mesmo circo, mas com a inten\u00e7\u00e3o de fech\u00e1-lo pra sempre. Em 1994 saiu sua sequ\u00eancia para os mesmos consoles,&nbsp;<strong>Aero the Acro-Bat 2<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Ambos os jogos s\u00e3o bem parecidos entre si, mas com profundas mudan\u00e7as no gameplay. Enquanto que no primeiro game o ambiente seja quase unicamente em um circo, em Aero 2 as coisas s\u00e3o mais variadas. No primeiro game t\u00ednhamos que cumprir certos requisitos para poder achar a sa\u00edda da fase, como passar em an\u00e9is, balan\u00e7ar em plataformas, usar a montanha russa, coisas que geralmente envolvem brinquedos presentes em parque de divers\u00f5es e atra\u00e7\u00f5es circenses.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 no segundo game, Aero se torna um aut\u00eantico jogo de plataforma, com o comum progresso lateral e novos movimentos, aumentando bastante o fator gameplay da s\u00e9rie e tirando-a da mesmice de mini-jogos in-game para se avan\u00e7ar.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_10.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2163\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Outro ponto interessante \u00e9 que essa s\u00e9rie introduz tamb\u00e9m outro personagem presente nesse especial:&nbsp;<strong>Zero the Kamikaze Squirrel.<\/strong>&nbsp;Esse personagem \u00e9 uma esp\u00e9cie de rival de Aero no circo, o que lhe rendeu um jogo solo, funcionando como uma esp\u00e9cie de spin-off. A hist\u00f3ria dos dois jogos se misturam, tanto que Zero the Kamikaze Squirrel acontece ao mesmo tempo que Aero the Acro-Bat 2.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_11.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2164\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Em termos de gameplay, Zero tem controles mais confusos do que em Aero. O fato do personagem conseguir planar e voar em determinada altura \u00e9 interessante, mas a execu\u00e7\u00e3o do mesmo \u00e9 complicada demais sem necessidade. Talvez faltou um pouco mais do polimento dado ao Aero nesse spin-off, que j\u00e1 n\u00e3o era um primor nos controles, mas n\u00e3o costumava deixar o jogador com uma interroga\u00e7\u00e3o enorme na testa ao se deparar com algum obst\u00e1culo no jogo.<\/p>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o \u00e9 que ambos os jogos lan\u00e7aram ao mundo dois personagens claramente inspirados em Sonic. Mesmo adicionando novas mec\u00e2nicas e situa\u00e7\u00f5es, tanto Aero quanto Zero s\u00e3o daqueles bichinhos com cara de bravo, cheios de atitude, ou seja: c\u00f3pias de Sonic com outra roupagem.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de Aero 2 ter introduzido coisas novas com rela\u00e7\u00e3o ao primeiro game e ter impresso na hist\u00f3ria seu nome devido \u00e0 sua qualidade (principalmente visual), Zero n\u00e3o teve a mesma sorte, sendo um jogo sem sal, com controles desnecessariamente complicados e visual simplista.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">&#8230;..<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\"><strong>Bonkers, o &#8220;bomberdog&#8221;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_12.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2165\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Bonkers nasceu inspirado no famoso filme &#8220;<em>Uma Cilada para Roger Rabbits<\/em>&#8220;, sendo que uma s\u00e9rie animada foi produzida sobre ele em 1993. Em 1994, surgiram os primeiros jogos baseados no desenho animado, tanto para o Super NES quanto para o Mega Drive. Uma terceira vers\u00e3o foi lan\u00e7ada para Game Gear e, mais tarde, pro Master System via TecToy, chamada&nbsp;<strong>Bonkers: Wax Up<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Das 3 vers\u00f5es existentes, \u00e9 mais do que \u00f3bvio que a vers\u00e3o do 16 bits da Nintendo \u00e9 a mais conhecida e mais cultuada pelos que jogaram na \u00e9poca. Isso acontece porque a vers\u00e3o do Mega Drive mais parece uma colet\u00e2nea de mini-games envolvendo Bonkers: s\u00e3o v\u00e1rias telas onde \u00e9 preciso acertar inimigos, esconder e capturar 4 dos principais inimigos do personagem no desenho.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a vers\u00e3o do Super NES foi produzida pela&nbsp;<em>Capcom&nbsp;<\/em>em conjunto com a&nbsp;<em>Disney<\/em>, dando ao personagem um belo jogo de plataforma.<\/p>\n\n\n\n<p>A vers\u00e3o do Master System\/Game Gear \u00e9 inspirada nessa vers\u00e3o do Super NES, sendo, obviamente, inferior ao 16 bits da Nintendo.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_13-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2167\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A jogabilidade do game era meio complicada de se pegar no in\u00edcio, pois Bonkers pode pisar nos inimigo ou jogar bombas (que s\u00e3o limitadas) nos mesmos. Bal\u00f5es espalhados pelo cen\u00e1rio podem ser explodidos por essas bombas ou dando uma trombada neles (usando o dash), podendo conter desde energia, vidas e bras\u00f5es, que \u00e9 um item colet\u00e1vel similar aos an\u00e9is\/moedas de Sonic\/Mario.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar das diferen\u00e7as cruciais entre todas as vers\u00f5es e da vers\u00e3o do Super NES ter sua qualidade, Bonkers n\u00e3o rendeu uma continua\u00e7\u00e3o. Ele sequer \u00e9 muito lembrado por essas bandas, afinal, o desenho animado de onde se originaram os jogos foi lan\u00e7ado no Brasil ANOS DEPOIS do game, sendo assim, pouca gente conhecia o personagem ou de onde ele teria vindo. Juntando isso \u00e0s mec\u00e2nicas de jogo nada intuitivas e \u00e0 vers\u00f5es completamente diferentes nos dois consoles do momento, culminaram no \u00fanico jogo palp\u00e1vel do personagem feito at\u00e9 hoje.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">&#8230;..<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\"><strong>James Pond, multiuso dos 16 bits<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_14.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2168\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>James Pond<\/strong>&nbsp;foi idealizado pelo est\u00fadio&nbsp;<strong>Vectordean Ltd.&nbsp;<\/strong>e&nbsp;<strong>Millennium Interactive<\/strong>, sendo lan\u00e7ado pela pr\u00f3pria&nbsp;<em>Millennium&nbsp;<\/em>e pela&nbsp;<em>Electronic Art<\/em>s para diversos consoles e computadores na \u00e9poca. Em sua primeira vers\u00e3o, Pond, uma esp\u00e9cie de mistura de v\u00e1rias criaturas marinhas e com intelig\u00eancia pr\u00f3pria, tem a miss\u00e3o de evacuar o fundo do mar dos seres mal\u00e9ficos que querem polu\u00ed-lo.&nbsp;<em>Dr. Maybe<\/em>, o vil\u00e3o do jogo, tomou posse de uma companhia de extra\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo marinha e pretende poluir tudo e destruir todos que ali moram.<\/p>\n\n\n\n<p>Desnecess\u00e1rio mencionar que o personagem faz clara alus\u00e3o ao espi\u00e3o&nbsp;<strong><em>James Bond<\/em><\/strong>&nbsp;e toda sua tem\u00e1tica foi traduzida para o fundo do mar de forma bizarra. Par\u00f3dias nos t\u00edtulos de fases como &#8220;<em>License to Bubble<\/em>&#8220;, &#8220;<em>Leak and Let Die<\/em>&#8221; e &#8220;<em>From Three Mile Island with Love<\/em>&#8221; n\u00e3o me deixam mentir e mostram que n\u00e3o foi com Gex que come\u00e7aram a zua\u00e7\u00e3o com filmes cl\u00e1ssicos.<\/p>\n\n\n\n<p>Em termos de gameplay, controlamos Pond nadando em diversos cen\u00e1rios, resolvendo quebra-cabe\u00e7as e reunindo chaves para avan\u00e7ar no jogo. A jogabilidade \u00e9 simples ao extremo, tanto que essa vers\u00e3o foi portada para o&nbsp;<em>IPhone&nbsp;<\/em>em 2011, com o t\u00edtulo de&nbsp;<strong><em>James Pond in the Deadly Shallows<\/em><\/strong>, toda refeita com um novo visual e novas mec\u00e2nicas. Mais recentemente, a desenvolvedora&nbsp;<em>Gameware Europe<\/em>, dona da licensa do jogo desde 2003, lan\u00e7ou um&nbsp;<em>kickstarter&nbsp;<\/em>para arrecadar fundos com o objetivo de trazer de volta James Pond aos dias atuais, juntamente com seu design original,&nbsp;<strong>Chris Sorrell<\/strong>. Devido \u00e0 m\u00e1 campanha de arrecada\u00e7\u00e3o, tudo foi cancelado ainda em 2013, selando o futuro de James Pond mais uma vez.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_15.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2169\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Mas, se n\u00e3o temos jogos novos de James Pond, ainda contamos com duas sequ\u00eancias e um spin-off feitos na \u00e9poca, pro Mega Drive e Super NES.&nbsp;<strong>James Pond 2: Codenamed Robocod<\/strong>, tamb\u00e9m chamado de&nbsp;<strong>Super James Pond<\/strong>&nbsp;nas vers\u00f5es americanas para Super NES, foi lan\u00e7ado em 1991 no Mega Drive e 1993 no SNES e dessa vez, pegando emprestado um nome que faz refer\u00eancia ao&nbsp;<em>Robocop&nbsp;<\/em>(sucesso na \u00e9poca, presumo), deram uma armadura e habilidades rob\u00f3ticas \u00e0 lula antropom\u00f3rfica. Ent\u00e3o, fazendo uso dessas habilidades, Pond agora precisa acabar com os planos de Dr. Maybe, que dessa vez incluem tomar conta da f\u00e1brica de brinquedos do Papai Noel (!).<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar da alus\u00e3o ao policial do futuro, James Pond n\u00e3o usa armas nesse jogo, fazendo uso do seu pulo para despachar os inimigos. O game \u00e9 interessante nos primeiros minutos, mas depois o level design se torna uma bagun\u00e7a t\u00e3o grande que se torna desestimulante.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_16.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2170\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Em 1992,&nbsp;<strong>The Aquatic Games<\/strong>&nbsp;(<em><strong>Super Aquatic Games<\/strong><\/em>&nbsp;no SNES) \u00e9 lan\u00e7ado, um jogo que leva o astro James Pond para os jogos aqu\u00e1ticos, uma esp\u00e9cie de olimp\u00edadas somente com provas na \u00e1gua. Como tudo era parodiado pela s\u00e9rie, esse jogo n\u00e3o passa de uma tira\u00e7\u00e3o de sarro do cl\u00e1ssico&nbsp;<em>Track &amp; Field<\/em>&nbsp;da&nbsp;<strong>Konami<\/strong>. O jogo n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o ruim, mas tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 um jogo que v\u00e1 ser lembrado por anos \u00e0 fio: al\u00e9m de ter um personagem principal n\u00e3o t\u00e3o amado pelo p\u00fablico na \u00e9poca, essa esp\u00e9cie de humor for\u00e7ado j\u00e1 estava dando sinais de cansa\u00e7o e ter uma s\u00e9rie inteira baseada nisso j\u00e1 estava saturando.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo assim,&nbsp;<strong>James Pond 3: Operation Starfish<\/strong>&nbsp;foi lan\u00e7ado um ano depois de&nbsp;<em>Aquatic Games<\/em>, em 1993. Mais uma vez, o jogo faz uma brincadeira com algum filme lend\u00e1rio, dessa vez,&nbsp;<em>Flash Gordon<\/em>. Apesar do t\u00edtulo n\u00e3o expressar isso, seu nome provis\u00f3rio era&nbsp;<strong><em>James Pond 3: Splash Gordon<\/em><\/strong>, mas foi mudado sem explica\u00e7\u00e3o alguma. Nesse jogo, James Pond vai atr\u00e1s de Dr. Maybe, que foi se instalar na lua, pois ouviu que o melhor queijo do universo vem de l\u00e1 (eu admiro a criatividade desses produtores para escrever o enredo dessa s\u00e9rie).<\/p>\n\n\n\n<p>Em termos de gameplay, Pond agora faz uso de uma esp\u00e9cie de bota magn\u00e9tica que o permite andar inclusive de cabe\u00e7a pra baixo, preso em tetos e paredes lunares. O objetivo \u00e9 encontrar e destruir aparelhos de comunica\u00e7\u00e3o perdidos na lua, fazendo uso de saltos, socos, corrida, itens pelo cen\u00e1rio (dinamites, molas) e ainda seu parceiro&nbsp;<strong>Finnius<\/strong>, um sapo que permite saltos maiores. Dos tr\u00eas jogos da s\u00e9rie, esse \u00e9, obviamente, o mais bem polido e bem feito, tendo inclusive um mapa de progress\u00e3o que lembra um pouco Super Mario World.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_17.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2171\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Infelizmente (ou felizmente), a s\u00e9rie n\u00e3o recebeu mais nenhum jogo. E, observando o not\u00f3rio descaso com o Kickstarter lan\u00e7ado anos atr\u00e1s, James Pond est\u00e1 fadado ao passado por tempo indeterminado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">&#8230;..<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\"><strong>Earthworm Jim, a super minhoca<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_18.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2172\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A minhoca mais famosa do mundo teve uma carreira mete\u00f3rica com apenas dois jogos na lista.&nbsp;<strong>Earthoworm Jim<\/strong>&nbsp;veio ao mundo em 1994, pelas m\u00e3os da&nbsp;<strong>Shiny Entertainment&nbsp;<\/strong>e de seu criador&nbsp;<strong>David Perry<\/strong>, saindo originalmente no Mega Drive e depois portado para diversas plataformas da \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<p>No game controlamos Jim, uma minhoca que at\u00e9 ent\u00e3o era um simples verme, mas que, ao receber uma roupa especial vinda do espa\u00e7o, se transforma numa esp\u00e9cie de super her\u00f3i atrapalhado. A miss\u00e3o dada a Jim \u00e9 livrar o universo do mal\u00e9fico&nbsp;<em>Psy-Crow<\/em>&nbsp;e seus capangas, enquanto tenta salvar a princesa &#8220;<em>What&#8217;s Her Name<\/em>&#8220;.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo no jogo beira o sadismo e, bem por isso, fez um sucesso danado na \u00e9poca. Mas, diferente de alguns jogos que priorizavam as piadas em prol de bons controles e visuais, Earthworm Jim \u00e9, at\u00e9 hoje, um dos jogos mais bonitos j\u00e1 feitos. A anima\u00e7\u00e3o tanto do personagem quanto dos cen\u00e1rios, inimigos e afins \u00e9 soberba. Acompanhada por m\u00fasicas e efeitos sonoros de primeira, n\u00e3o \u00e9 de se estranhar que as duas primeiras aventuras da minhoca Jim s\u00e3o inesquec\u00edveis pra quem experimentou na \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_19.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2173\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dessa sequ\u00eancia, mais dois jogos foram feitos:<strong>&nbsp;Earthworm Jim 3D<\/strong>&nbsp;para&nbsp;<em>PC&nbsp;<\/em>e&nbsp;<em>Nintendo 64<\/em>, e&nbsp;<strong>Earthworm Jim: Menace 2 The Galaxy<\/strong>, para<em>&nbsp;Game Boy Color<\/em>, ambos em 1999. A vers\u00e3o em 3D gerou muita controv\u00e9rsia na \u00e9poca, pois transportar um personagem t\u00e3o bem animado como Jim para o universo 3D seria algo bem complicado de se fazer.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo assim, o jogo foi desenvolvido pela<strong>&nbsp;VIS Entertainment<\/strong>&nbsp;(a&nbsp;<em>Shiny&nbsp;<\/em>havia vendido os direitos da franquia para a&nbsp;<em>Interplay<\/em>, que denominou a VIS a fazer a vers\u00e3o 3D do jogo) e recebeu severas cr\u00edticas, mesmo ap\u00f3s um longo tempo de desenvolvimento.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_20.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2174\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Jim ainda recebeu ports para&nbsp;<em>Sega CD<\/em>,&nbsp;<em>PC<\/em>,&nbsp;<em>Master System<\/em>,&nbsp;<em>Game Boy<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>Game Gear<\/em>, al\u00e9m de &nbsp;vers\u00f5es em HD para&nbsp;<em>Xbox 360<\/em>&nbsp;(<em>LIVE<\/em>) e&nbsp;<em>PS3&nbsp;<\/em>(<em>PSN<\/em>). Um remake foi cogitado em 2007 para o&nbsp;<em>PSP<\/em>, mas cancelado logo depois. O que temos de mais recente s\u00e3o as vers\u00f5es em HD para os consoles da Sony e Microsoft al\u00e9m de uma vers\u00e3o para IPhone toda refeita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">&#8230;..<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\"><strong>Spot, a tampinha da sorte da 7-Up<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_21.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2175\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Spot&nbsp;<\/strong>come\u00e7ou sua trajet\u00f3ria nos games no&nbsp;<em>Nintendinho<\/em>,&nbsp;<em>DOS<\/em>,&nbsp;<em>Amiga,<\/em><em>Game Boy<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>Atari ST<\/em>, em 1990. A mascote da bebida&nbsp;<strong>7-UP<\/strong>&nbsp;(uma marca de refrigerante de lim\u00e3o) teve no seu primeiro jogo uma adapta\u00e7\u00e3o do jogo de tabuleiro&nbsp;<strong><em>Reversi<\/em><\/strong>, tamb\u00e9m conhecido como&nbsp;<strong>Othello&nbsp;<\/strong>(no Brasil chamado tamb\u00e9m de&nbsp;<strong>Go<\/strong>). Nos anos seguintes, Spot teve finalmente sua adapta\u00e7\u00e3o para os consoles de 16 bits, isso em 1993, com o conhecido<strong>&nbsp;Cool Spot<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A tampinha vermelha (que muitos tamb\u00e9m chamam de moedinha) estava se tornando cada vez mais conhecida no mundo dos games e uma continua\u00e7\u00e3o de Cool Spot foi encomendada para 1995, batizada de&nbsp;<strong>Spot Goes to Hollywood<\/strong>, saindo para desde Mega Drive e SNES at\u00e9 Sega Saturn e Playstation.<\/p>\n\n\n\n<p>Em Cool Spot temos um aut\u00eantico jogo de plataforma protagonizado por um personagem fofinho. Spot \u00e9 uma tampa vermelha com pernas, bra\u00e7os e um maneiro \u00f3culos de sol, um mascote perfeito pra uma bebida refrescante similar ao nosso conhecido&nbsp;<em>Sprite<\/em>. O game \u00e9 bem interessante, controlamos Spot por fases tem\u00e1ticas, come\u00e7ando na praia, passando por lagoas, barcos, casas de praia, etc. Todo esse clima praiano, mesmo com diversas propagandas da bebida por todo canto, trouxe um ar bem bacana ao t\u00edtulo, que perdura at\u00e9 os dias de hoje como um dos games mais simp\u00e1ticos dessa \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_22-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2177\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Em 1995, a Virgin encomendou a sequ\u00eancia do jogo, mas dessa vez completamente diferente. Spot Goes to Hollywood introduz uma vis\u00e3o isom\u00e9trica ao gameplay da tampinha da 7-UP. A Eurocom cuidou das vers\u00f5es de Mega Drive, 32X e SNES, enquanto a Burst desenvolveu o game pro Saturn e Playstation. Por algum motivo n\u00e3o revelado, as vers\u00f5es para 32X e Super NES foram canceladas no final do desenvolvimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora todas vers\u00f5es lan\u00e7adas sejam praticamente iguais, \u00e9 not\u00f3ria a qualidade visual dos sistemas de 32 bits (\u00f3bvio), al\u00e9m de algumas mudan\u00e7as significativas em v\u00e1rias fases. Mesmo assim, Spot Goes to Hollywood \u00e9 tido como um dos jogos mais bonitos dos sistemas de 16 bits, principalmente por se tratar de um jogo multiplataforma.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_23-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2179\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A mudan\u00e7a pra vis\u00e3o isom\u00e9trica comprometeu um pouco a jogabilidade, mas nada que atrapalhasse ao extremo. Controlar a tampinha era mais dif\u00edcil, principalmente em lugares apertados e atacar os inimigos requeria um preparo para conseguir mirar adequadamente. Depois desse jogo, nada mais foi dito ou falado sobre o personagem, apesar dele ser sempre lembrado como um dos jogos memor\u00e1veis tanto dos 16 quanto dos 32 bits.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">&#8230;..<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\"><strong>Alex Kidd, o menino prod\u00edgio da Sega<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_24.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2180\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Imposs\u00edvel criar uma lista de mascotes incompreendidos e n\u00e3o citar o garot\u00e3o orelhudo s\u00edmbolo mor de uma gera\u00e7\u00e3o da Sega! Alex protagonizou jogos que fizeram a inf\u00e2ncia de muitas pessoas (eu incluso), mas foi renegado \u00e0 reles participa\u00e7\u00f5es especiais nos jogos mais atuais da empresa.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitos ainda sonham com sua volta \u00e0 Miracle World, que foi o ponto de partida e onde tudo come\u00e7ou. Ap\u00f3s o estrondoso sucesso de Miracle World, Alex foi protagonista de pelo menos mais tr\u00eas jogos pro Master System e um pro Mega Drive, onde teve seu fim declarado.<\/p>\n\n\n\n<p>Muito se atribui a morte precoce do personagem \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de&nbsp;<strong>Sonic<\/strong>, que chegou arrega\u00e7ando tudo e pondo ordem na Sega. Alex tinha seu sucesso na \u00e9poca, com jogos memor\u00e1veis como o pr\u00f3prio&nbsp;<strong>Miracle World<\/strong>, a par\u00f3dia aos jogos da s\u00e9rie&nbsp;<em>Shinobi&nbsp;<\/em>com&nbsp;<strong>Shinobi World<\/strong>&nbsp;e tamb\u00e9m com sua vers\u00e3o mais moderna pro Mega Drive, lan\u00e7ada em 1989,&nbsp;<strong>Enchanted Castle<\/strong>. Quando&nbsp;<em>Sonic&nbsp;<\/em>saiu em 1991 e fez todo aquele sucesso no 16 bits da Sega, ficou claro pra ela em quem ela deveria depositar sua grana.<\/p>\n\n\n\n<p>Alex, desde ent\u00e3o, ficou esquecido, abandonado por sua pr\u00f3pria &#8220;<em>m\u00e3e<\/em>&#8220;, at\u00e9 que em 2001, foi lan\u00e7ado para o&nbsp;<em>Dreamcast&nbsp;<\/em>o RPG&nbsp;<strong>Segagaga<\/strong>, um jogo baseado na pr\u00f3pria hist\u00f3ria da Sega. Em um determinado trecho, Alex Kidd aparece tristonho, lembrando dos seus momentos quando era a estrela da Sega.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_25.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2181\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Mais atualmente, Alex fez apari\u00e7\u00f5es em alguns jogos da empresa, como&nbsp;<strong>Sega Superstar Tennis<\/strong>,&nbsp;<strong>Sonic &amp; Sega All Star Racing<\/strong> e <strong>Segagaga<\/strong>, onde d\u00e1 pra escolher o cabe\u00e7udo e control\u00e1-lo ap\u00f3s D\u00c9CADAS de anonimato.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/alex_kidd_81.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2141\" \/><figcaption><em>Alex Kidd, o mascote abandonado, em Segagaga<\/em>&nbsp;(Imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o\/YouTube)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/alex_kidd_85.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2139\" \/><figcaption><em>Alex Kidd sendo substitu\u00eddo pelo Sonic no jogo Segagaga (Imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o\/YouTube)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A verdade \u00e9 que poder\u00edamos ter exclu\u00eddo o Alex Kidd dessa lista, em virtude do que passaremos a tratar a seguir (novo game anunciado); contudo, resolvemos mant\u00ea-lo aqui, pois o personagem sofreu anos de abandono, na geladeira da Sega.<\/p>\n\n\n\n<p>Eis que surge uma bomb\u00e1stica not\u00edcia:<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_42.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-2186\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Em junho de 2020 a Merge Games e a Sega anunciaram algo que todos acreditavam que seria, at\u00e9 ent\u00e3o, imposs\u00edvel: um novo jogo para o Alex Kidd estaria em produ\u00e7\u00e3o e seria lan\u00e7ado em 2021, para as novas plataformas de videogames. Alex Kidd in Miracle World DX, seria uma vers\u00e3o remasterizada do cl\u00e1ssico do Master System, com gr\u00e1ficos novos,  fases novas, novos modos de jogo e outras novidades, al\u00e9m da possibilidade de jogar o game original do Master System.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_44.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2182\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery aligncenter columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\"><ul class=\"blocks-gallery-grid\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_45.jpg\" alt=\"\" data-id=\"2184\" data-full-url=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_45.jpg\" data-link=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/?attachment_id=2184\" class=\"wp-image-2184\" \/><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_46.jpg\" alt=\"\" data-id=\"2185\" data-full-url=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_46.jpg\" data-link=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/?attachment_id=2185\" class=\"wp-image-2185\" \/><\/figure><\/li><\/ul><\/figure>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_43.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-2183\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Trailer oficial do jogo:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube aligncenter wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Alex Kidd in Miracle World DX - Trailer Oficial\" width=\"1140\" height=\"641\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/jab7525Fh4Q?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">&#8230;..<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\"><strong>Gex, a lagartixa sarc\u00e1stica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_26.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2187\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Gex&nbsp;<\/strong>surgiu no 3DO pelas m\u00e3os da&nbsp;<strong>Crystal Dinamics<\/strong>&nbsp;(hoje respons\u00e1vel pela s\u00e9rie&nbsp;<strong><em>Tomb Raider<\/em><\/strong>) no ano de 1994, em uma tentativa for\u00e7ada de se criar uma identidade (leia-se: mascote) para o novo console 32 bits que surgia no mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>Em seu primeiro jogo, o estilo cl\u00e1ssico 2D de plataforma foi adotado, onde Gex precisa coletar controles remotos em fases diversas pra conseguir abrir outras fases mais adiantadas. A tem\u00e1tica toda do jogo (e da s\u00e9rie) envolve s\u00e1tiras \u00e0 programas e personagens de TV, com Gex muitas vezes citando frases e fazendo gracinhas nesse sentido.<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro jogo n\u00e3o \u00e9 ruim, assim como os consequentes em 3D (mesmo com alguns problemas com c\u00e2meras), mas Gex foi renegado ao esquecimento devido \u00e0 mesmice e falta de criatividade em seus jogos.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_27-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2189\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Gex enter the Gecko&nbsp;<\/strong>e&nbsp;<strong>Gex 3: Deep Cover Gecko<\/strong>&nbsp;funcionam praticamente como sendo um uma expans\u00e3o do outro. Ambos os jogos s\u00e3o em plataforma 3D, tendo Gex como personagem principal dividindo espa\u00e7o com alguma celebridade. A lagartixa ainda faz piadinhas por todo canto, cita\u00e7\u00f5es, frases e at\u00e9 cantarola em todo momento, o que irrita edpois de um tempo de jogo. Como jogo em si, a transi\u00e7\u00e3o do 2D para o 3D n\u00e3o foi muito feliz devido n\u00e3o somente aos controles meio dif\u00edceis e duros de se adaptar de in\u00edcio, mas principalmente \u00e0 c\u00e2mera ruim demais em ambos os jogos.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_28-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2191\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O \u00faltimo jogo do personagem,&nbsp;<em>Deep Cover Gecko<\/em>, foi lan\u00e7ado em 1999, para&nbsp;<em>Playstation<\/em>,&nbsp;<em>Nintendo 64<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>Game Boy Color<\/em>. Em fevereiro desse ano (2015, se voc\u00ea estiver lendo isso no futuro), a&nbsp;<strong>Square Enix<\/strong>&nbsp;anunciou que adquiriu os direitos do personagem e que planeja um retorno do mesmo ao mercado de jogos, numa esp\u00e9cie de reboot. S\u00f3 nos resta aguardar pelas novidades da lagartixa falante num futuro pr\u00f3ximo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">&#8230;..<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\"><strong>Boogerman, o lixeiro dos 16 bits<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_29.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2192\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Bizarro, estranho, nojento, porco, fedido&#8230; N\u00e3o amigos, n\u00e3o estamos falando de algum vil\u00e3o grotesco do mundo dos games n\u00e3o. Estamos falando justamente de um her\u00f3i, do protagonista que tem seu nome estampado na capa do jogo:&nbsp;<strong>Boogerman<\/strong>! Criado pela&nbsp;<strong>Interplay&nbsp;<\/strong>em 1994, Boogerman \u00e9 um jogo de plataforma como qualquer outro, mas que tem uma tem\u00e1tica que o difere de todos os jogos do mesmo estilo.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Snotty Ragsdale<\/em>&nbsp;era um exc\u00eantrico milion\u00e1rio que, por curiosidade, resolveu fazer uma visita ao laborat\u00f3rio de&nbsp;<em>Stinkbaum<\/em>, um cientista maluco que estava inventando uma m\u00e1quina capaz de sugar toda a polui\u00e7\u00e3o do planeta e transport\u00e1-la para um local chamado&nbsp;<em>Dimension X-Crement<\/em>. Claro que alguma coisa deu errado, um portal se abriu e sugou a m\u00e1quina. Snotty, ao que deu a entender, j\u00e1 se fantasiava de&nbsp;<em><strong>Boogerman&nbsp;<\/strong><\/em>e resolveu pegar seu uniforme e, se sentindo culpado, foi atr\u00e1s da m\u00e1quina nessa outra dimens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_30.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2193\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Esque\u00e7a tudo que voc\u00ea j\u00e1 viu sobre animais fofinhos pulando em campos verdes, exalando arco-\u00edris pra tudo quanto \u00e9 lado. Boogerman \u00e9 sobre entrar em uma narina e sair em outra, \u00e9 usar a privada pra teleportar, \u00e9 jogar ranho e peidar na cara dos inimigos. Sim, esse jogo \u00e9 uma ant\u00edtese da maioria dos jogos de plataforma da \u00e9poca. \u00c0 parte da tem\u00e1tica, temos um s\u00f3lido gameplay, onde Boogerman ataca de duas formas diferentes, pula, pendura em catarros, entra em tubos de esgoto e se afunda em privadas na explora\u00e7\u00e3o dos vastos cen\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_31.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2194\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Boogerman nunca recebeu uma continua\u00e7\u00e3o, apesar de ter causado um certo barulho na \u00e9poca e ser um personagem querido por muitos. Ele fez uma ponta no<strong>&nbsp;Clay Fighter 63 1\/3<\/strong>, um jogo de luta tamb\u00e9m da Interplay para Super NES.<\/p>\n\n\n\n<p>Na \u00faltima vez que foi visto, Boogerman estava se preparando para debutar nos sistemas atuais para comemorar seus 20 aninhos de lan\u00e7amento. Um&nbsp;<em>kickstarter&nbsp;<\/em>foi anunciado em 2013 para um sequ\u00eancia do jogo em HD, com uma meta de &nbsp;375 mil d\u00f3lares. Em 2014, a meta atingiu apenas 40 mil d\u00f3lares e, apesar das promessas dos desenvolvedores de incluir at\u00e9 mesmo&nbsp;<strong>Earthworm Jim&nbsp;<\/strong>como um segundo personagem jog\u00e1vel, o game acabou sumindo e nunca mais se falou nele.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">&#8230;..<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-pale-cyan-blue-color has-vivid-purple-background-color has-text-color has-background\"><strong>Os 10 Mais Esquecidos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\"><strong>B.O.B, o rob\u00f4 atrapalhado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_32.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2197\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>As in\u00fameras tentativas de pegar carona na onda dos mascotes, no come\u00e7o da d\u00e9cada de 90, levou os produtores da&nbsp;<strong>Gray Matter<\/strong>&nbsp;(vers\u00e3o do SNES) e&nbsp;<strong>Foley Hi-Tech Systems<\/strong>&nbsp;a criarem&nbsp;<strong>B.O.B<\/strong>, um rob\u00f4zinho atrapalhado que acabou se acidentando com o carro do seu pai e foi parar em um asteroide desconhecido.<\/p>\n\n\n\n<p>Para sair de l\u00e1, B.O.B precisa usar v\u00e1rias ferramentas diferentes para explorar o local e se virar com os inimigos que surgirem. O game saiu em 1993 para Mega Drive e Super NES, tendo uma vers\u00e3o para PSP em 2006 pelo selo EA Replay.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">&#8230;..<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\"><strong>Radical Rex, o dinossauro skatista<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_33.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2198\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Radical Rex<\/strong>&nbsp;saiu para Mega Drive, Super Nintendo e Sega CD em 1994 pela&nbsp;<strong>Beam Software<\/strong>, sendo que a vers\u00e3o para Sega CD veio com um disco extra com a trilha sonora do mesmo. Trata-se de um jogo de plataforma com tem\u00e1tica infantil, protagonizado por um filho de T-Rex chamado Radical Rex, com a velha miss\u00e3o de salvar sua ilha e sua namorada,&nbsp;<em>Rexanne&nbsp;<\/em>(!).<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre sua habilidades, Rex pode soltar fogo pela boca, rugir para assustar os inimigos e&#8230; andar de skate. \u00c9 um jogo divertido dentro de suas propor\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o espere muita coisa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">&#8230;..<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\"><strong>Mr. Nutz, o esquilo de luva, sapato e bon\u00e9<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_34.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2199\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>Ocean<\/strong>, famosa por jogos do&nbsp;<em>Batman<\/em>,&nbsp;<em>Fam\u00edlia Addams<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>Robocop<\/em>, tamb\u00e9m tentou morder essa fatia do mercado criando um mascote gen\u00e9rico como tantos naquela \u00e9poca.&nbsp;<strong>Mr. Nutz<\/strong>&nbsp;\u00e9 uma esp\u00e9cie de esquilo &#8220;<em>cheio de atitude<\/em>&#8220;, usando sapatos, luvas e bon\u00e9, com a miss\u00e3o de salvar o mundo de um Yeti mal\u00e9fico com inten\u00e7\u00f5es de transformar o mundo num enorme cubo de gelo.<\/p>\n\n\n\n<p>O game funciona como qualquer outro plataforma da \u00e9poca: Nutz pode saltar, correr, pular sobre os inimigos, atac\u00e1-los com a cauda ou jogar nozes nos mesmos. O visual do jogo ficou bem interessante, apesar dele n\u00e3o apresentar nenhuma novidade ao estilo de jogo e bem por isso cair no esquecimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">&#8230;..<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\"><strong>Rolo to the Rescue, amigo da natureza<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_35.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2200\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Rolo&nbsp;<\/strong>\u00e9 talvez um dos jogos mais obscuros do Mega Drive. Lan\u00e7ado em 1992 pela&nbsp;<em>Electronic Arts<\/em>, o game da&nbsp;<strong>Vectordean<\/strong>, em contra-partida de suas outras produ\u00e7\u00f5es como&nbsp;<em>James Pond<\/em>, \u00e9 excelente. Rolo precisa salvar seus amigos presos por um maquiav\u00e9lico dono de um circo. Para tal, encontre a chave perdida, liberte os animais e siga para a sa\u00edda.<\/p>\n\n\n\n<p>O game conta com um mapa enorme que esconde muitos segredos. Al\u00e9m de Rolo, o jogador pode (e deve) escolher entre os animais resgatados, cada um com uma habilidade diferente que vai ajud\u00e1-lo a sair da fase e descobrir seus segredos. \u00c9 um game completamente diferente da s\u00e9rie James Pond, com muita qualidade visual e uma jogabilidade bem interessante, mas que infelizmente ficou esquecido e n\u00e3o teve nenhuma continua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">&#8230;..<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\"><strong>Zool, colorido ao extremo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_36.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2201\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Zool&nbsp;<\/strong>nasceu no Amiga, em 1992 e foi portado pra uma porrada de sistemas da \u00e9poca. Claro, com seu apelo pra ser um novo mascote na \u00e1rea, seu estilo de jogo cultuado na \u00e9poca, Zool tentou seu lugar ao sol, mas caiu rapidamente no esquecimento. Muitos dos problemas do jogo est\u00e3o no seu level design, completamente bagun\u00e7ado, colorido ao extremo e sem a menor inspira\u00e7\u00e3o. Pra ajudar, Zool \u00e9 um personagem muito r\u00e1pido, o que dificulta control\u00e1-lo em locais cheios de plataformas em diferentes n\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">&#8230;..<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\"><strong>TinHead, cabe\u00e7a de metal<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_37.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2202\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Eis um dos jogos mais ic\u00f4nicos e diferentes da \u00e9poca dos 16 bits.&nbsp;<strong>TinHead<\/strong>, idealizado por&nbsp;<strong>Richard Lemarchand<\/strong>&nbsp;e animado por um time enorme de pessoas da&nbsp;<strong>Microprose<\/strong>, saiu pro Mega Drive em 1993, com vers\u00f5es programadas para Amiga e SNES, que canceladas posteriormente.Com um protagonista que lembra um rob\u00f4 com uma esp\u00e9cie de balde-capacete que atira esferas, o jogo fez um certo barulho na \u00e9poca principalmente pela qualidade dos seus gr\u00e1ficos e pela anima\u00e7\u00e3o de personagens e inimigos no cen\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">&#8230;..<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\"><strong>Prehistorik Man, salvando a comida da galera<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_38.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2203\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Na verdade, esse \u00e9 o terceiro t\u00edtulo de uma s\u00e9rie que come\u00e7ou nos&nbsp;<em>PCs<\/em>, em 1991, com o jogo&nbsp;<strong><em>Prehistorik<\/em><\/strong>. Em 1993, era lan\u00e7ado&nbsp;<strong><em>Prehistorik II<\/em><\/strong>, tamb\u00e9m para DOS e em 1995, chegava ao mercado a vers\u00e3o para Super NES, batizada de&nbsp;<strong>Prehistorik Man<\/strong>. Pegando carona na onda &#8220;<em>homem das cavernas<\/em>&#8220;, liderado talvez por&nbsp;<em>Chuck Rock<\/em>, Prehistorik Man poderia ter sido um jogo muito mais badalado se n\u00e3o fosse por um detalhe: seu controle.<\/p>\n\n\n\n<p>As diversas artimanhas que o her\u00f3i usa para trazer de volta a comida roubada de sua aldeia s\u00e3o muitas vezes frustrantes de serem realizadas no controle. Al\u00e9m disso, a dificuldade desnecess\u00e1ria do jogo \u00e9 desestimulante, apesara do seu visual ser bem chamativo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">&#8230;..<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\"><strong>Rocky Rodent, topetes pra todo lado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_39.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2204\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Quem diria, at\u00e9 a&nbsp;<strong>Irem<\/strong>, respons\u00e1vel por cl\u00e1ssicos como<em>&nbsp;R-Type<\/em>, resolveu atacar com um personagem radical. Em&nbsp;<strong>Rocky Rodent<\/strong>, apesar de tudo, resolveram dar uma mudada radical nesse neg\u00f3cio de atacar pulando sobre os inimigos: aqui o neg\u00f3cio \u00e9 usar o CABELO para atacar! Rodent tem a miss\u00e3o de salvar a filha do dono de um restaurante cujo ele \u00e9 cliente ass\u00edduo, fazendo uso de diversos tipos de penteados para despachar seus inimigos pelo caminho. O jogo \u00e9 criativo em diversas partes, principalmente com esse lance do cabelo, mas fica devendo principalmente no design das fases, simples ao extremo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">&#8230;..<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\"><strong>Alfred Chicken, o simp\u00e1tico franguinho<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_40.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2205\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Alfred<\/strong>, o franguinho vermelho, nasceu no&nbsp;<em>Game Boy<\/em>&nbsp;em 1993 e foi portado para o&nbsp;<em>NES&nbsp;<\/em>e&nbsp;<em>Super NES<\/em>, anos mais tarde chegando ao&nbsp;<em>Playstation<\/em>. O jogo \u00e9 basicamente um game normal de plataforma com um protagonista fofinho, exceto pelo fato de que Alfred n\u00e3o tem meios de atacar os inimigos, \u00e0 n\u00e3o ser pelo rasante direto ao solo. Fora isso, Alfred ter\u00e1 apenas que apenas evit\u00e1-los.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso transforma o jogo num puzzle interessante, com Alfred tendo que apertar bot\u00f5es pra se livrar dos inimigos enquanto tenta coletar todos os diamantes do cen\u00e1rio. \u00c9 um jogo interessante, mas por ser muito simplista e ter um personagem lento demais, n\u00e3o emplacou como a produtora queria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">&#8230;..<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\"><strong>Chester Cheetah, do salgadinho pro videogame<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mascotes_41.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2206\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Chester Cheetah<\/strong>&nbsp;\u00e9 mais um mascote de uma marca de salgadinhos (<strong>Cheetos<\/strong>, no caso &#8211;&nbsp;<em>Elma Chips<\/em>) que deu as caras em dois jogos nos 16 bits.&nbsp;<strong>To Cool to Fool<\/strong>&nbsp;foi o primeiro jogo do personagem, saindo em 1992 pro Super Nintendo e no ano seguinte pro Mega Drive. Se trata de um simples jogo de plataforma, onde controlamos Chester por diversas fases, coletando itens que lembram os salgadinhos pelo caminho enquanto tenta se manter vivo dos v\u00e1rios inimigos.<\/p>\n\n\n\n<p>No mesmo ano mesmo saiu&nbsp;<strong>Wild Wild Quest<\/strong>&nbsp;pro Mega Drive, vindo a ser lan\u00e7ado pro SNES em 1994. O jogo segue quase o mesmo padr\u00e3o do anterior, com uma singela melhoria nos visual, principalmente do felino, al\u00e9m de inclu\u00edrem propaganda do Cheetos como um item indispens\u00e1vel para se terminar as fases. Apesar da qualidade duvidosa de ambos os jogos (diferente da tampinha da 7-UP, outro personagem propaganda), o personagem conseguiu emplacar na \u00e9poca, pois a molecada j\u00e1 estava habituada \u00e0 ele presente nos salgadinhos e associ\u00e1-lo \u00e0 um jogo foi uma jogada de mestre da produtora Kaneko e afiliados.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Cosm\u00e3o Mascotes. 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