{"id":37765,"date":"2025-09-01T00:13:27","date_gmt":"2025-09-01T03:13:27","guid":{"rendered":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/?p=37765"},"modified":"2025-09-01T00:19:33","modified_gmt":"2025-09-01T03:19:33","slug":"the-rogue-prince-of-persia-analise-review","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/the-rogue-prince-of-persia-analise-review\/","title":{"rendered":"The Rogue Prince of Persia\u00a0\u2013 An\u00e1lise (Review)"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><strong>FICHA DO JOGO<\/strong><br><strong>Lan\u00e7amento:<\/strong> 20 de agosto de 2025 (vers\u00e3o 1.0, ap\u00f3s per\u00edodo de acesso antecipado iniciado em 27 de maio de 2024)<br><strong>Jogadores:<\/strong> 1 (single player)<br><strong>G\u00eanero:<\/strong> A\u00e7\u00e3o, Plataforma, Roguelite \/ Roguelike<br><strong>Desenvolvedora:<\/strong> Evil Empire<br><strong>Publicadora:<\/strong> Ubisoft<br><strong>Idiomas dispon\u00edveis:<\/strong> Interface e legendas em m\u00faltiplos idiomas, incluindo Portugu\u00eas do Brasil, Ingl\u00eas, Espanhol, Franc\u00eas, Alem\u00e3o, Italiano, Japon\u00eas, Chin\u00eas (simplificado e tradicional) e outros<br><strong>Dispon\u00edvel nas plataformas:<\/strong> PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC (Steam e Game Pass). Vers\u00f5es para Nintendo Switch e Nintendo Switch 2 confirmadas para 2025<br><strong>Classifica\u00e7\u00e3o Indicativa:<\/strong> 12 anos (viol\u00eancia de fantasia e temas de a\u00e7\u00e3o)<br><strong>Jogo analisado na plataforma:<\/strong> PlayStation 5<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>Eu vivo atr\u00e1s daquele loop perfeito dos roguelites. A sensa\u00e7\u00e3o de recome\u00e7ar logo ap\u00f3s um tombo, ajustar uma pecinha da build, dominar um atalho novo, e voltar para a arena com um sorriso no rosto \u00e9, para mim, puro combust\u00edvel. The Rogue Prince of Persia entrou exatamente nessa veia, s\u00f3 que com algo que eu adoro h\u00e1 d\u00e9cadas: o DNA de Prince of Persia. Em pouco tempo, eu estava correndo por paredes como se fossem extens\u00f5es do ch\u00e3o, emendando vaults e dashes com a precis\u00e3o de um metr\u00f4nomo, e transformando combates tensos em uma dan\u00e7a calculada.<\/p>\n\n\n\n<p>O ponto de partida \u00e9 claro e cativante. Ctesifonte est\u00e1 em ru\u00ednas sob o cerco dos hunos e, ap\u00f3s a queda do pr\u00edncipe, um artefato permite que eu volte das cinzas no O\u00e1sis e tente outra rota, outra resposta, outro desfecho. Cada run me devolvia ao hub, onde aliados iam surgindo e servi\u00e7os eram desbloqueados. Voltar n\u00e3o \u00e9 puni\u00e7\u00e3o, \u00e9 parte da progress\u00e3o. A cidade me chamou para fora o tempo todo com biomas distintos, pequenos mist\u00e9rios espalhados por NPCs, rotas alternativas e objetivos que rearranjavam a ordem dos acontecimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu entrei por curiosidade, fiquei pelo parkour, e me viciei pelo conjunto inteiro. Este \u00e9 um roguelite que entende como transformar movimento em sistema, sistema em estilo e estilo em identidade de jogo. Abaixo eu abro tudo o que vivi, detalhadamente, nas minhas horas de jogo no PlayStation 5.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Mec\u00e2nicas e Jogabilidade<\/h2>\n\n\n\n<p>The Rogue Prince of Persia \u00e9 um side scroller de a\u00e7\u00e3o que constr\u00f3i a jogabilidade a partir de tr\u00eas pilares: mobilidade, leitura de oportunidade e sinergias de build. O resultado \u00e9 um ciclo onde atravessar o cen\u00e1rio \u00e9 t\u00e3o gostoso quanto bater, e bater bem come\u00e7a sempre pelo jeito como voc\u00ea atravessa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mobilidade primeiro.<\/strong> O pr\u00edncipe corre por paredes de plano de fundo, escala, salta de colunas, d\u00e1 vault por cima de inimigos, chuta para reposicionar a amea\u00e7a, mergulha em quedas pesadas e emenda tudo isso sem costura. No come\u00e7o eu achei que o wall run seria recurso de ocasi\u00e3o, mas rapidamente percebi que \u00e9 o eixo do design: as salas s\u00e3o pensadas para que eu encadeie corrida na parede com salto, com um chute para atordoar, com um vault que me deixa do outro lado do oponente, abrindo o flanco para um cr\u00edtico certeiro. Em v\u00e1rios trechos, a travessia toma a frente do combate e vira um pequeno teste de plataforma com serras, pisos que desabam, plataformas temporizadas e torres que exigem ritmo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vayu\u2019s Breath, o compasso invis\u00edvel.<\/strong> A mec\u00e2nica que me ganhou foi o medidor que premia execu\u00e7\u00e3o limpa. Ao acertar o timing de um salto, finalizar um inimigo com precis\u00e3o ou concluir uma sequ\u00eancia de movimento sem trope\u00e7o, o medidor enche e ativa um estado de velocidade e anima\u00e7\u00f5es aceleradas. Na pr\u00e1tica, \u00e9 como se o jogo dissesse que eu entrei no tempo certo da m\u00fasica. Meu deslocamento fica mais r\u00e1pido, o fluxo do combate muda e, se a build colaborar, eu empilho b\u00f4nus que me incentivam a manter a cad\u00eancia. Quando isso acontece, atravessar um bioma vira uma coreografia consciente: dash, wall run, vault, golpe especial, chute, reposiciona, repete.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Armas, ferramentas e condi\u00e7\u00f5es de cr\u00edtico.<\/strong> O arsenal tem variedade real de comportamento. H\u00e1 punhos r\u00e1pidos para quem gosta de press\u00e3o curta dist\u00e2ncia, armas pesadas com especial que altera estado elemental, punhais com janelas de cr\u00edtico ligadas a um vault bem executado. O importante \u00e9 que quase toda arma vem com uma condi\u00e7\u00e3o de cr\u00edtico diferente que muda o meu jeito de abordar cada inimigo. Eu me peguei trocando de postura mental quando equipava algo novo: com uma arma eu queria iniciar no alto e cair pesado, com outra eu jogava o inimigo para uma armadilha, com outra eu for\u00e7ava o vault para ligar a sequ\u00eancia cr\u00edtica. As ferramentas, acionadas ao acumular energia, funcionam como picos t\u00e1ticos para abrir espa\u00e7o em encontros mais apertados.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Medalh\u00f5es e sinergias.<\/strong> \u00c9 aqui que o jogo deixa de ser s\u00f3 execu\u00e7\u00e3o e vira planejamento. Os medalh\u00f5es s\u00e3o modificadores passivos que conduzem a minha criatividade: b\u00f4nus a dano em condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, disparo de proj\u00e9teis ao acionar um golpe especial, efeitos de status que conversam com a condi\u00e7\u00e3o cr\u00edtica da arma. As melhores runs nasceram quando uma arma com cr\u00edtico condicional encontrou dois ou tr\u00eas medalh\u00f5es que ampliavam aquele caminho. Em uma delas, eu empilhei velocidade e dano cr\u00edtico a ponto de atravessar arenas como um redemoinho. Em outra, investi em controle de grupo com efeitos de solo que desaceleram perseguidores, criando linhas de ataque seguras entre plataformas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Progresso e risco calculado.<\/strong> Em cada run eu juntei moedas para lojas e um recurso persistente que precisa ser bancado em altares no come\u00e7o dos biomas. A tenta\u00e7\u00e3o de quebrar o altar por um ganho maior existe, mas morrer com a bolsa cheia d\u00f3i. O jogo adora me oferecer esse risco contra recompensa em microdecis\u00f5es, o que mant\u00e9m cada tentativa tensa da maneira certa. Fora da run, \u00e1rvores de habilidades permanentes destravam qualidade de vida: mais vida inicial, mais po\u00e7\u00e3o, revelar recompensas antes de entrar em \u00e1reas, ressuscitar uma vez. \u00c9 meta que serve para pavimentar o dom\u00ednio do sistema sem roubar o protagonismo da execu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Rotas e objetivos.<\/strong> O\u00e1sis n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 hub; \u00e9 um painel de rotas mentais. Ao explorar com aten\u00e7\u00e3o, eu desbloqueei novos biomas, abri portas alternativas, aceitei pequenos pedidos de NPCs e vi di\u00e1logos reagirem a tarefas conclu\u00eddas. Nem tudo \u00e9 linear. \u00c0s vezes eu precisava voltar, \u00e0s vezes um atalho aparecia, \u00e0s vezes um chefe mudava de tom porque eu tinha feito a li\u00e7\u00e3o de casa em outro caminho. Esse emaranhado \u00e9 a cola entre narrativa e progress\u00e3o e d\u00e1 uma \u00f3tima desculpa para desviar do caminho mais \u00f3bvio.<\/p>\n\n\n\n<p>No conjunto, a jogabilidade \u00e9 sobre manter o corpo em movimento com inten\u00e7\u00e3o. Quando a execu\u00e7\u00e3o encaixa e a build conversa com o meu estilo, The Rogue Prince of Persia vira aquele tipo de jogo em que voc\u00ea diz mais uma run e passa a madrugada.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Gr\u00e1ficos<\/h2>\n\n\n\n<p>H\u00e1 um salto n\u00edtido na dire\u00e7\u00e3o de arte. O visual abra\u00e7a uma est\u00e9tica de HQ estilizada com recorte limpo, leitura clara de silhuetas e um cuidado especial com <strong>anima\u00e7\u00e3o<\/strong>. O pr\u00edncipe tem frames generosos nos movimentos chave, o que d\u00e1 legibilidade ao wall run, ao vault e aos ataques carregados. Inimigos variam de forma, peso e linguagem corporal, ent\u00e3o aprendo a ler as amea\u00e7as quase sem a interface.<\/p>\n\n\n\n<p>Os <strong>biomas<\/strong> n\u00e3o s\u00f3 trocam paleta, mas tamb\u00e9m clima e topologia. Aquedutos subterr\u00e2neos em corredores arredondados, cais tomados por estruturas retorcidas, arquivos majestosos com engrenagens colossais, jardins dourados com superf\u00edcies prop\u00edcias ao parkour. Cada \u00e1rea brinca com a mec\u00e2nica central de um jeito pr\u00f3prio, e a dire\u00e7\u00e3o de arte refor\u00e7a isso com planos de fundo que parecem chamar o meu personagem para correr neles.<\/p>\n\n\n\n<p>A revis\u00e3o de arte aplicada aos personagens e cen\u00e1rios d\u00e1 consist\u00eancia ao conjunto. Tons de pele e materiais est\u00e3o mais naturais, ilumina\u00e7\u00e3o valoriza bordas e planos sem exagerar no brilho, texturas estilizadas trazem riqueza sem poluir. Em lutas muito cheias, quando se acumulam status, proj\u00e9teis e efeitos, pode acontecer uma <strong>polui\u00e7\u00e3o visual<\/strong> pontual, mas \u00e9 exce\u00e7\u00e3o e n\u00e3o regra. No PS5, a nitidez em 4K e a estabilidade do framerate ajudam a manter a leitura firme mesmo quando a tela fica agitada.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Som<\/h2>\n\n\n\n<p>A trilha \u00e9 um espet\u00e1culo \u00e0 parte. Uma fus\u00e3o de instrumentos e escalas de matriz persa com batidas eletr\u00f4nicas modernas cria uma identidade sonora que faz o Vayu\u2019s Breath parecer inevit\u00e1vel. As faixas t\u00eam <strong>pulsa\u00e7\u00e3o<\/strong> que conversa com a cad\u00eancia da jogabilidade e, em poucos minutos, eu j\u00e1 estava sincronizando salto, dash e golpe especial com o groove.<\/p>\n\n\n\n<p>Os <strong>efeitos<\/strong> refor\u00e7am a fisicalidade do combate. O chute tem um estalo seco prazeroso, o vault tem um sopro que sinaliza timing, os impactos cr\u00edticos t\u00eam um brilho sonoro que diferencia o acerto comum do acerto perfeito. O feedback auditivo amarra causa e efeito.<\/p>\n\n\n\n<p>A aus\u00eancia de <strong>dublagem<\/strong> nos di\u00e1logos \u00e9 o \u00fanico ponto em que o \u00e1udio deixa de elevar o material. As personalidades est\u00e3o l\u00e1, os textos t\u00eam boas inten\u00e7\u00f5es, mas a voz faria parte desse mundo transbordar das caixas de som. Ainda assim, musicalmente, \u00e9 daqueles \u00e1lbuns que voc\u00ea procura para ouvir fora do jogo, e isso diz muita coisa.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Divers\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>Divers\u00e3o \u00e9 subjetiva, claro, mas aqui ela nasce de tr\u00eas fontes muito concretas.<\/p>\n\n\n\n<p>Primeiro, <strong>o loop de movimento<\/strong>. Andar por Ctesifonte \u00e9 prazeroso por si s\u00f3. Quando eu parei de pensar em bot\u00f5es e passei a pensar em trajet\u00f3rias, a cidade virou um playground de linhas diagonais. \u00c9 a experi\u00eancia de domar um sistema que quer ser levado ao limite.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo, <strong>a plasticidade das builds<\/strong>. Eu me vi perseguindo sinergias espec\u00edficas como se fossem sets raros. H\u00e1 prazer tanto em cavar a combina\u00e7\u00e3o perfeita quanto em me virar com o que caiu, e o jogo me d\u00e1 ferramentas para os dois caminhos. A exist\u00eancia de rotas diferentes e biomas alternativos evita a satura\u00e7\u00e3o e incentiva a experimentar.<\/p>\n\n\n\n<p>Terceiro, <strong>a progress\u00e3o que respeita o meu tempo<\/strong>. Uma run completa n\u00e3o \u00e9 intermin\u00e1vel, ent\u00e3o repetir n\u00e3o cansa. E quando eu queria apimentar, os <strong>modificadores de dificuldade<\/strong> p\u00f3s final liberado permitiam escalar o desafio do jeito certo. \u00c9 um equil\u00edbrio raro entre acessibilidade e profundidade, que abre portas para iniciantes sem desalojar veteranos.<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado \u00e9 simples de explicar e dif\u00edcil de largar. Eu joguei por horas seguidas e, quando n\u00e3o estava jogando, pensava em linhas de parede que eu queria testar ao voltar.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Performance e Otimiza\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>No <strong>PlayStation 5<\/strong>, a experi\u00eancia foi s\u00f3lida. O jogo rodou com <strong>estabilidade de 60 quadros por segundo<\/strong> durante a travessia e o combate, inclusive em arenas cheias. A resposta aos comandos \u00e9 imediata, o que \u00e9 vital em um jogo que depende tanto de execu\u00e7\u00e3o precisa. Visualmente, a apresenta\u00e7\u00e3o em <strong>4K<\/strong> preserva arestas limpas e leitura de camadas, e o HDR d\u00e1 um brilho elegante \u00e0s paletas de cada bioma.<\/p>\n\n\n\n<p>Nem tudo \u00e9 perfeito. Os <strong>carregamentos entre biomas<\/strong> podem ser mais longos do que eu gostaria, quebrando um pouco o transe de uma run que vinha num ritmo hipn\u00f3tico. Em situa\u00e7\u00f5es muito ca\u00f3ticas, notei <strong>clutter<\/strong> visual pontual que exige aten\u00e7\u00e3o extra para n\u00e3o perder uma telemetria de ataque ou a sombra de um proj\u00e9til. S\u00e3o momentos raros, mas percept\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>Do lado da meta, as <strong>\u00e1rvores de habilidades<\/strong> cumprem seu papel de dar f\u00f4lego \u00e0s tentativas seguintes, por\u00e9m, depois de um punhado de runs boas, algumas linhas perdem impacto e deixam a sensa\u00e7\u00e3o de que poderiam ir al\u00e9m do pacote cl\u00e1ssico de vida, po\u00e7\u00f5es e conveni\u00eancias. Nada que arranhe a estrutura central, e o est\u00fadio fez um trabalho honesto em manter o miolo t\u00e9cnico polido, mas h\u00e1 espa\u00e7o para refinamentos nos tempos de loading e no brilho do meta endgame.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>The Rogue Prince of Persia \u00e9 o exemplo de quando uma filosofia de design abra\u00e7a um tema e os dois crescem juntos. A fantasia do pr\u00edncipe que desafia o destino sempre foi pautada por tempo e movimento, e o g\u00eanero roguelite d\u00e1 a moldura exata para isso. Aqui, recome\u00e7ar n\u00e3o \u00e9 puni\u00e7\u00e3o, \u00e9 coer\u00eancia tem\u00e1tica. Correr na parede n\u00e3o \u00e9 truque, \u00e9 linguagem. O Vayu\u2019s Breath n\u00e3o \u00e9 um buff qualquer, \u00e9 o metr\u00f4nomo da experi\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu entrei procurando um bom roguelite e encontrei um jogo que, al\u00e9m de excelente dentro do g\u00eanero, honra a franquia que carrega no nome. O pacote audiovisual \u00e9 estiloso, a m\u00fasica \u00e9 memor\u00e1vel, o combate \u00e9 vivo, a explora\u00e7\u00e3o recompensa curiosidade, e as builds permitem que cada run conte uma pequena hist\u00f3ria diferente. Poderia ter dublagem para elevar os beats emocionais, poderia reduzir os carregamentos entre biomas e dar mais profundidade \u00e0s \u00e1rvores de habilidades, mas nada disso apaga o brilho do essencial: controlar este pr\u00edncipe \u00e9 uma del\u00edcia.<\/p>\n\n\n\n<p>Recomendado. Ali\u00e1s, fortemente recomendado se voc\u00ea gosta de jogos que transformam execu\u00e7\u00e3o em express\u00e3o. Se o seu cora\u00e7\u00e3o bate na cad\u00eancia dos metroidvanias e roguelites, aqui h\u00e1 um novo campe\u00e3o de cabeceira. E, se voc\u00ea est\u00e1 chegando agora, melhor ainda: poucas experi\u00eancias s\u00e3o t\u00e3o acolhedoras e ao mesmo tempo t\u00e3o desafiadoras quanto aprender a desenhar linhas nas paredes de Ctesifonte.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-electric-grass-gradient-background has-background\">Pontos Positivos:<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Mobilidade sublime com wall run, vaults e dashes que se encadeiam de forma natural<\/li>\n\n\n\n<li>Vayu\u2019s Breath transformando execu\u00e7\u00e3o precisa em estado de fluxo recompensador<\/li>\n\n\n\n<li>Arsenal variado com condi\u00e7\u00f5es de cr\u00edtico que mudam a abordagem de combate<\/li>\n\n\n\n<li>Medalh\u00f5es que abrem espa\u00e7o para sinergias criativas e builds marcantes<\/li>\n\n\n\n<li>Biomas visualmente distintos que dialogam com a mec\u00e2nica central<\/li>\n\n\n\n<li>Trilha sonora marcante que casa com o ritmo do gameplay<\/li>\n\n\n\n<li>Estabilidade de framerate no PS5 e leitura visual n\u00edtida em 4K<\/li>\n\n\n\n<li>Rotas alternativas, pequenos objetivos e NPCs que enriquecem a explora\u00e7\u00e3o<\/li>\n\n\n\n<li>Modificadores de dificuldade que estendem o endgame do jeito certo<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-blush-bordeaux-gradient-background has-background\">Pontos Negativos:<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Carregamentos entre biomas percept\u00edveis e capazes de quebrar o ritmo<\/li>\n\n\n\n<li>\u00c1rvores de habilidades poderiam ir al\u00e9m de conveni\u00eancias e b\u00f4nus gen\u00e9ricos<\/li>\n\n\n\n<li>Aus\u00eancia de dublagem enfraquece a pot\u00eancia emocional de alguns momentos<\/li>\n\n\n\n<li>Epis\u00f3dios pontuais de polui\u00e7\u00e3o visual em encontros muito ca\u00f3ticos<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"has-luminous-vivid-amber-to-luminous-vivid-orange-gradient-background has-background\"><strong>Avalia\u00e7\u00e3o:<\/strong><br>Gr\u00e1ficos: 10.0<br>Divers\u00e3o: 10.0<br>Jogabilidade: 9.5<br>Som: 9.5<br>Performance e Otimiza\u00e7\u00e3o: 8.5<br><strong>NOTA FINAL: 9.5 \/ 10.0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>An\u00e1lise produzida a partir de uma c\u00f3pia do jogo cedida pela Ubisoft.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>FICHA DO JOGOLan\u00e7amento: 20 de agosto de 2025 (vers\u00e3o 1.0, ap\u00f3s per\u00edodo de acesso antecipado iniciado em 27 de maio&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":37768,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[23,443,15,18,13,59,14],"tags":[66,129],"class_list":["post-37765","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-games","category-nintendo","category-pc","category-playstation","category-reviews","category-xbox","tag-analises","tag-reviews"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37765","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37765"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37765\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":37773,"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37765\/revisions\/37773"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/37768"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37765"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37765"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37765"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}