{"id":4248,"date":"2020-12-29T17:00:00","date_gmt":"2020-12-29T20:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/revolutionarena.com.br\/?p=4248"},"modified":"2020-12-29T17:00:00","modified_gmt":"2020-12-29T20:00:00","slug":"analise-do-jogo-bioshock","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/analise-do-jogo-bioshock\/","title":{"rendered":"An\u00e1lise do jogo Bioshock"},"content":{"rendered":"\n<p>Por: Eduardo Furlan<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-subtle-light-gray-background-color has-background\"><tbody><tr><td><strong>Ficha do Jogo:<\/strong><br><strong>Data de lan\u00e7amento inicial:<\/strong>\u00a021 de agosto de 2007<br><strong>G\u00eanero:<\/strong>\u00a0Tiro em primeira pessoa.<br><strong>Plataformas:<\/strong>\u00a0PC &#8211; Computador, Nintendo Switch, PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360, Xbox One, Celular &#8211; Mobile.<\/td><\/tr><tr><td><strong>Avalia\u00e7\u00e3o:<\/strong><br><strong>Gr\u00e1ficos: 19\/20<\/strong><br><strong>Som: 10\/10<\/strong><br><strong>Jogabilidade: 20\/20<\/strong><br><strong>Arte: 20\/20<\/strong><br><strong>Divers\u00e3o: 27\/30<\/strong><br><strong>NOTA FINAL: 96\/100<\/strong><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>O PC sempre foi uma plataforma que recebeu muitos jogos de tiro em primeira pessoa, os chamados FPS. Alguns marcaram \u00e9poca, outros eram apenas bons, e a grande maioria simplesmente caiu no esquecimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Haja visto esse retrospecto, um novo lan\u00e7amento desse g\u00eanero \u00e9 sempre esperado com certa desconfian\u00e7a. Ser\u00e1 que estamos prestes a receber um jogo que marcar\u00e1 \u00e9poca, ou apenas mais um, que jogaremos e esqueceremos em seguida?<\/p>\n\n\n\n<p>Pode-se afirmar, com absoluta seguran\u00e7a, que Bioshock se encontra com louvor na primeira categoria.<\/p>\n\n\n\n<p>O jogo parte de uma cena trivial: um passageiro de um voo que sobrevoa o oceano Atl\u00e2ntico observa uma foto de sua fam\u00edlia enquanto fuma um cigarro e segura um presente para seus pais. S\u00fabito, algo acontece. Ouvimos gritos. Barulho de impacto. O avi\u00e3o caiu. No meio do oceano atl\u00e2ntico, nosso her\u00f3i encontra um farol. Dentro dele, um submarino o leva para Rapture, uma cidade constru\u00edda nas profundezas do oceano.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse contraponto de sensa\u00e7\u00f5es, do trivial para o fant\u00e1stico, da o tom de Bioshock. Em um momento, estamos em um teatro comum, como qualquer outro teatro dos anos 60. No momento seguinte, lembramo-nos que estamos em uma cidade localizada nas profundezas do oceano atl\u00e2ntico. Num momento estamos ouvindo Frank Sinatra num apartamento. No momento seguinte, atirando bolas de fogo em inimigos que se tele transportam para nos emboscar. O trivial e o fant\u00e1stico, o comum e o surreal se misturam em Rapture, e isso cria uma atmosfera \u00fanica, diria at\u00e9 mesmo on\u00edrica.<\/p>\n\n\n\n<p>Gr\u00e1ficos<\/p>\n\n\n\n<p>Em uma frase: Bioshock possui os mais belos gr\u00e1ficos j\u00e1 vistos em um jogo de videogame at\u00e9 a data do seu lan\u00e7amento. Ponto. Sobretudo os ambientes, s\u00e3o maravilhosos, sombrios, decadentes, com uso de uma paleta de cores fortes. As texturas s\u00e3o impressionantes, os efeitos de \u00e1gua batem qualquer outro j\u00e1 visto, todas as armas e inimigos tem uma aparencia fantastica. Enfim: \u00e9 um jogo graficamente soberbo.<\/p>\n\n\n\n<p>Em negativo, apenas um ponto: a modelagem dos rostos deixa um pouco a desejar, assim como as express\u00f5es faciais. Os inimigos s\u00e3o todos muito parecidos facialmente, embora as roupas sejam bastante variadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Som<\/p>\n\n\n\n<p>Simplesmente soberbo. Efeitos sonoros perfeitos, trilha sonora muito bem utilizada, dublagens inspiradas. Cada efeito sonoro foi milimetricamente pensado, desde os passos pesados dos Big Daddies, at\u00e9 o choro das Little Sisters, passando pelas conversas entre os splicers e o som das armas recarregando. Perfeito.<\/p>\n\n\n\n<p>Jogabilidade<\/p>\n\n\n\n<p>Se havia alguma d\u00favida sobre o car\u00e1ter \u00fanico de Bioshock, aqui elas ser\u00e3o dissipadas. Antes de mais nada, o jogo n\u00e3o possui o ritmo fren\u00e9tico que costumamos ver em outros jogos do g\u00eanero. Ele \u00e9 mais cadenciado, exige que voc\u00ea vasculhe cada canto, cada gaveta, cada cad\u00e1ver.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas o grande trunfo de Bioshock s\u00e3o os plasmids. Essas substancias lhe conferem poderes especiais, como atirar raios, fazer coisas -e inimigos- queimarem, telecinese e outros mais inusitados, como atirar enxames de abelhas contra os inimigos, ou congela-los.<\/p>\n\n\n\n<p>Os plasmids, combinados com as 8 armas diferentes, d\u00e3o um leque de possibilidades extremamente amplo. H\u00e1 centenas de formas de se aniquilar os inimigos, tornando cada momento de jogo \u00fanico. Some-se a isso as possibilidade de customiza\u00e7\u00e3o do personagem e de suas armas, e aos 3 tipos de muni\u00e7\u00e3o que cada arma comporta, e teremos uma ideia de qu\u00e3o variada \u00e9 a jogabilidade em Bioshock.<\/p>\n\n\n\n<p>Divers\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>Quem gosta de FPS, absolutamente n\u00e3o tem como n\u00e3o se divertir com Bioshock. Como dito acima, testar diversas formas de se acabar com um inimigo \u00e9 algo extremamente divertido, e a cada momento se descobre algo novo. As batalhas com os Big Daddies; os imensos seres biomec\u00e2nicos que protegem as Little Sisters, pequenas garotinhas geneticamente modificadas que carregam ADAM dentro de si, substancia utilizada para se adquirir plasmids e upgrades f\u00edsicos; s\u00e3o intensas e nervosas.<\/p>\n\n\n\n<p>O \u00fanico problema a ser apontado \u00e9 a dificuldade baixa, mesmo no modo mais dif\u00edcil. A abundancia de muni\u00e7\u00f5es, medkits e eve hypos (usados para recarregar o uso de plasmids), bem como as vita chambers (locais em que seu personagem renasce caso seja morto) podem tornar o jogo f\u00e1cil demais para os veteranos.<\/p>\n\n\n\n<p>Arte<\/p>\n\n\n\n<p>Bioshock tem uma das dire\u00e7\u00f5es de arte mais fant\u00e1sticas que j\u00e1 se viu nos games. A ambienta\u00e7\u00e3o \u00e9 perfeita, o clima \u00e9 extremamente convincente, a reconstru\u00e7\u00e3o de \u00e9poca \u00e9 primorosa, e as referencias abundam. Uma dire\u00e7\u00e3o de arte para servir de escola a outros produtores.<\/p>\n\n\n\n<p>Conclus\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>Bioshock \u00e9, sem sombra de d\u00favida, um dos melhores jogos lan\u00e7ados em 2007, e se n\u00e3o afirmo que \u00e9 o melhor, \u00e9 por ainda n\u00e3o haver acabado o ano, pois n\u00e3o vejo concorrentes a ser lan\u00e7ados. Digo mais: \u00e9 um dos melhores games j\u00e1 feitos, e \u00e9 simplesmente uma obriga\u00e7\u00e3o a qualquer um que jogue games.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Bioshock.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4249\" \/><\/figure><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Eduardo Furlan Ficha do Jogo:Data de lan\u00e7amento inicial:\u00a021 de agosto de 2007G\u00eanero:\u00a0Tiro em primeira pessoa.Plataformas:\u00a0PC &#8211; Computador, Nintendo Switch,&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[23,59],"tags":[66,129,526,60,67,61,531,126,63],"class_list":["post-4248","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaques","category-reviews","tag-analises","tag-reviews","tag-reviews-mobile","tag-reviews-pc","tag-reviews-playstation-3","tag-reviews-playstation-4","tag-reviews-nintendo-switch","tag-reviews-xbox-360","tag-reviews-xbox-one"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4248","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4248"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4248\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4248"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4248"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4248"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}