{"id":5829,"date":"2021-04-03T20:52:08","date_gmt":"2021-04-03T23:52:08","guid":{"rendered":"http:\/\/revolutionarena.com.br\/?p=5829"},"modified":"2026-01-07T15:31:28","modified_gmt":"2026-01-07T18:31:28","slug":"30-jogos-que-voce-deveria-jogar-no-nintendinho-nintendo-entertainment-system-nes-family-computer-famicom","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/30-jogos-que-voce-deveria-jogar-no-nintendinho-nintendo-entertainment-system-nes-family-computer-famicom\/","title":{"rendered":"TOP 30 &#8211; Jogos que Voc\u00ea Deveria Jogar no Nintendinho (Nintendo Entertainment System &#8211; NES \/ Family Computer &#8211; FAMICOM)"},"content":{"rendered":"\n<p>Por: Cosm\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>O&nbsp;<strong>Nintendo Entertainment System &#8211; NES (Family Computer &#8211; FAMICOM)&nbsp;<\/strong>(tamb\u00e9m conhecido aqui no Brasil como&nbsp;<em>Nintendinho<\/em>), foi lan\u00e7ado em 1985 em territ\u00f3rio norte americano, mais precisamente dia 18 de outubro, chegando dois anos antes no Jap\u00e3o. Esse console foi o grande respons\u00e1vel por reviver a ind\u00fastria dos videogames, que vinha em decl\u00ednio desde 1983, per\u00edodo que ficou conhecido como &#8220;<em>o crash de 1983<\/em>&#8220;.<\/p>\n\n\n\n<p>O NES tamb\u00e9m ficou famoso pela pol\u00edtica que a Nintendo adotava \u00e0 \u00e9poca, em que as softhouses ficavam restritas, mediante a um contrato, a publicar jogos apenas para o console da Nintendo. Esse m\u00e9todo acabou prejudicando demais a concorr\u00eancia (mais detidamente: o&nbsp;<em>Master System<\/em>); tal fato \u00e9, inclusive, considerado um fator primordial no sucesso do console da Nintendo por um bom per\u00edodo de tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, n\u00e3o vamos nos ater \u00e0 hist\u00f3ria do NES neste especial, afinal, <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/2020\/07\/15\/a-historia-do-nintendo-entertainment-system-nes-family-computer-famicom\/\" target=\"_blank\"><strong>clicando AQUI<\/strong><\/a>, voc\u00ea pode conferir a brilhante hist\u00f3ria desse console de 8 bits da Nintendo e em como ele um dia, salvou essa ind\u00fastria que todos n\u00f3s amamos tanto. Essa mat\u00e9ria vem em car\u00e1ter de comemora\u00e7\u00e3o ao console e, como em quase toda comemora\u00e7\u00e3o que fazemos aqui, mais uma lista de jogos desconhecidos da maioria das pessoas chega para se juntar aos demais consoles que j\u00e1 passaram por essa se\u00e7\u00e3o de especiais. Com voc\u00eas, os\u00a0<strong>30 Jogos Que Voc\u00ea Deveria Jogar no Nintendinho<\/strong>!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-red-color has-text-color\"><strong>OBS<\/strong>:&nbsp;<em>essa lista n\u00e3o est\u00e1 em ordem de prefer\u00eancia, nem em ordem alfab\u00e9tica; foi numerada apenas para que fique mais organizada. Alguns jogos podem at\u00e9 ser de conhecimento de algumas pessoas, mas tentei listar 30 que muita gente sequer j\u00e1 tenha ouvido falar.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-luminous-vivid-orange-background-color has-text-color has-background\"><strong>30 &#8211; Conquest of Crystal Palace<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Conquest-of-Crystal-Palace.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5830\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento:<\/strong>&nbsp;1990<br><strong>Produtora:&nbsp;<\/strong>Quest<br><strong>G\u00eanero:<\/strong>&nbsp;A\u00e7\u00e3o \/ Plataforma<br><strong>Jogadores:<\/strong>&nbsp;1<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conquest of Crystal Palace<\/strong>&nbsp;faz parte da seleta lista de jogos desconhecidos do NES. Ap\u00f3s a internet se tornar acess\u00edvel \u00e0 todos, foi um dos primeiros jogos a ser amplamente divulgado devido \u00e0 sua qualidade. No game, controlamos&nbsp;<strong>Farron&nbsp;<\/strong>com a miss\u00e3o de resgatar seu reino das m\u00e3os perversas de&nbsp;<strong>Zaras<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Conquest-of-Crystal-Palace-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5831\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O game funciona muito bem como um jogo de plataforma simples, baseando-se em saltos e ataques com a espada de&nbsp;<strong>Farron<\/strong>. De fato, ele lembra um pouco a s\u00e9rie&nbsp;<em>Ninja Gaiden<\/em>, mas sem a rapidez e fluidez dos controles da mesma. O jogo \u00e9 bem longo e encontramos inclusive lojas no meio do caminho para comprar novos itens como botas que pulam mais alto, energia e at\u00e9 magias diferentes.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-red-background-color has-background\"><strong>29 &#8211; Digger &#8211; The Legend of the Lost City<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Digger-The-Legend-of-the-Lost-City.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5832\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1990<br><strong>Produtora<\/strong>: RARE<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ Plataforma<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Digger&nbsp;<\/strong>foi o primeiro jogo da&nbsp;<em>Rare&nbsp;<\/em>no Nintendinho. No game, controlamos&nbsp;<strong>Digger T. Rock<\/strong>&nbsp;com a miss\u00e3o de explorar v\u00e1rias cavernas em busca da sa\u00edda e de itens escondidos, como explosivos e diamantes. Mas, para atrapalhar o her\u00f3i, serpentes, pedras, moscas e toda a sorte de inimigos bizarros aparecem no subsolo. Rock pode usa sua p\u00e1 para eliminar os inimigos enquanto procura novos t\u00faneis ou cava buracos durante a explora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Digger-The-Legend-of-the-Lost-City-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5833\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Na verdade, Digger \u00e9 um jogo bastante primitivo para o NES, com controles meio duros e uma dificuldade bem acima da m\u00e9dia. Mas n\u00e3o deixa, nem por isso, de ser um bom e competente jogo da empresa que um dia no futuro nos daria&nbsp;<em>Donkey Kong Country<\/em>&nbsp;entre tantos outros cl\u00e1ssicos. Digger requer um tempo de aprendizado de suas mec\u00e2nicas, pois morrer no game \u00e9 relativamente normal.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-green-cyan-background-color has-background\"><strong>28 &#8211; Sword Master<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Sword-Master.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5834\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1992<br><strong>Produtora<\/strong>: Athena<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ Plataforma<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p>A hist\u00f3ria simples e a a\u00e7\u00e3o comumente encontrada em jogos da \u00e9poca d\u00e3o a receita em<strong>&nbsp;Sword Master<\/strong>. Aqui controlamos um cavaleiro com a miss\u00e3o de destruir um feiticeiro do mal que se apoderou de seu reino. Para tal, o her\u00f3i dever\u00e1 atravessar florestas, fossos, castelos, cidades abandonadas e enfrentar seus v\u00e1rios perigos pelo caminho.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Sword-Master-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5835\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O interessante de Sword Master \u00e9 sua mec\u00e2nica de combate: em muitos momentos n\u00e3o basta bancar o maluco e sair dando espadada em tudo que vier pela frente. Alguns inimigos, principalmente chefes, tem movimentos sincronizados e muitas vezes v\u00e3o defender suas investidas.<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa hora, aprender o padr\u00e3o dos inimigos e consegui atac\u00e1-los e se defender ao mesmo tempo \u00e9 a chave para vencer as etapas. Esse fator faz toda diferen\u00e7a e acaba diferenciando Sword Master da maioria dos jogos similares da \u00e9poca. Vale lembrar tamb\u00e9m que em Sword Master, cada inimigo derrotado aumenta sua barra de experi\u00eancia, logo, vale a pena matar tudo que puder.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-cyan-blue-background-color has-background\"><strong>27 &#8211; Kabuki &#8211; Quantum Fighter<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Kabuki-Quantum-Fighter.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5836\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1991<br><strong>Produtora<\/strong>: Human Entertainment<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ Plataforma<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p>A hist\u00f3ria de&nbsp;<strong>Kabuki &#8211; Quantum Fighter<\/strong>&nbsp;\u00e9, de certo modo e guardadas as devidas propor\u00e7\u00f5es, similar ao que acontece na s\u00e9rie&nbsp;<em>Assassin&#8217;s Creed<\/em>. Aqui, devido \u00e0 um virus que se alastrou pelo planeta em 2056, o coronel&nbsp;<strong>Scott O&#8217;Connor<\/strong>&nbsp;se voluntaria para entrar no computador central da Terra e resolver o problema. Para tal, ele tem seu c\u00e9rebro transformado em c\u00f3digo bin\u00e1rio e \u00e9 introduzido no sistema, que o reconhece em sua forma ancestral de um dan\u00e7arino Kabuki.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Kabuki-Quantum-Fighter-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5837\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Se a hist\u00f3ria j\u00e1 \u00e9 original o bastante, o mesmo n\u00e3o pode ser dito do gameplay, que segue a cartilha dos bons jogos de plataforma do Nintedinho. E quando eu digo dos bons, estou falando que Kabuki lembra bastante cl\u00e1ssicos como o&nbsp;<em>Batman<\/em>,&nbsp;<em>Ninja Gaiden, Shatterhand<\/em>&nbsp;e at\u00e9 mesmo&nbsp;<em>Vice<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>O game se desenrola por diversos cen\u00e1rios variados, indo desde esgotos at\u00e9 masmorras e florestas. O ataque peculiar de Kabuki \u00e9 seu cabelo, que \u00e9 usado como um chicote, al\u00e9m do mesmo poder lan\u00e7ar proj\u00e9teis que podem ser melhorados conforme o progresso do jogador.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-red-background-color has-background\"><strong>26 &#8211; Ninja Crusaders<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Ninja-Crusaders.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5838\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1990<br><strong>Produtora<\/strong>: NMK<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ Plataforma<br><strong>Jogadores<\/strong>: 2<\/p>\n\n\n\n<p>Um grande mal assola o mundo e v\u00e1rios ninjas, oriundos do&nbsp;<em>Jap\u00e3o&nbsp;<\/em>(de onde mais viriam?), decidem se unir para por um basta nisso. Mas, a maioria deles \u00e9 massacrada, restando apenas alguns espalhados pelo mundo. Dois deles,&nbsp;<strong>Talon&nbsp;<\/strong>e&nbsp;<strong>Blade<\/strong>, s\u00e3o recrutados para essa dif\u00edcil miss\u00e3o. Apesar de, por motivos \u00f3bvios, o jogo lembrar bastante a consagrada s\u00e9rie&nbsp;<em>Ninja Gaiden<\/em>,&nbsp;<strong>Ninja Crusaders<\/strong>&nbsp;tem suas particularidades e diferen\u00e7as interessantes.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Ninja-Crusaders-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5839\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Primeiro, \u00e9 um jogo mais amig\u00e1vel que qualquer jogo cl\u00e1ssico do&nbsp;<em>Ryu Hayabusa<\/em>. Ali\u00e1s, isso pode ser dito apenas do come\u00e7o do mesmo, pois l\u00e1 pela metade a coisa se torna t\u00e3o complicada que fica dif\u00edcil avan\u00e7ar. Outra diferen\u00e7a \u00e9 o modo para dois jogadores, bem interessante e divertido. No final das contas, Ninja Crusaders \u00e9 uma \u00f3tima alternativa aos solit\u00e1rios jogos de a\u00e7\u00e3o do NES, mas n\u00e3o espere muita facilidade, pois com um m\u00edsero hit voc\u00ea perde uma vida.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-luminous-vivid-amber-background-color has-background\"><strong>25 &#8211; Super Robin Hood<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Super-Robin-Hood.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5841\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>25 &#8211; Super Robin Hood<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Lan\u00e7amento: 1985<br>Produtora: Oliver Twins<br>G\u00eanero: Plataforma<br>Jogadores: 1<\/p>\n\n\n\n<p>A hist\u00f3ria por tr\u00e1s de&nbsp;<strong>Super Robin Hood<\/strong>&nbsp;\u00e9 t\u00e3o fant\u00e1stica quanto a premissa do jogo em si. Os irm\u00e3os&nbsp;<em>Oliver&nbsp;<\/em>(<em>Philip&nbsp;<\/em>e&nbsp;<em>Andrew<\/em>) com apenas 17 anos desenvolveram o jogo sozinhos num PC, no pr\u00f3prio quarto onde dormiam. Trabalhavam quase o dia todo no c\u00f3digo do jogo, muitas vezes revezando entre eles para que o trabalho n\u00e3o parasse. A&nbsp;<strong><em>Codemasters<\/em><\/strong>&nbsp;(<em>Micro Machines<\/em>), ofereceu uma grana preta pros caras pelo jogo, que prontamente o venderam.<\/p>\n\n\n\n<p>O game vendeu bem na \u00e9poca pra v\u00e1rios sistemas, o que influenciou a Codemasters a refazer o jogo para o Nintendinho, lan\u00e7ando-o num cartucho com 4 jogos denominado&nbsp;<strong><em>Quattro Adventure<\/em><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Super-Robin-Hood-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5842\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O jogo em si se resume \u00e0&nbsp;<strong>Robin Hood<\/strong>&nbsp;preso em masmorras e tendo que se virar para escapar e coletar todos os tesouros que precisa. Uma tela antes da fase em si come\u00e7ar mostra os tesouros a serem capturados. O jogo tem um controle bastante responsivo, al\u00e9m de gr\u00e1ficos convicentes e uma anima\u00e7\u00e3o caprichada.<\/p>\n\n\n\n<p>A dificuldade fica por conta de desviar dos obst\u00e1culos, bem como descobrir como passar de certos lugares (Hood pode correr e escorrer por baixo de v\u00e3os, por exemplo). Pra quem gosta de jogos que te obrigam a pensar e calcular cada passo dado, Super Robin Hood \u00e9 um prato cheio.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-cyan-blue-background-color has-background\"><strong>24 &#8211; Faxanadu<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Faxanadu.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5843\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1989<br><strong>Produtora<\/strong>: Hudson Soft<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ RPG<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Faxanadu&nbsp;<\/strong>faz parte do universo&nbsp;<em>Xanadu<\/em>, um antigo RPG de a\u00e7\u00e3o da&nbsp;<strong><em>Falcon&nbsp;<\/em><\/strong>que saiu em 1985 para uma porrada de sistemas, tendo inclusive remakes para&nbsp;<em>Sega Saturn<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>Windows<\/em>. Esta vers\u00e3o de NES conta a hist\u00f3ria de um her\u00f3i sem nome que, ao retornar \u00e0 sua cidade natal, a encontra em escombros. A motiva\u00e7\u00e3o dele agora \u00e9 procurar saber o que aconteceu, enquanto conversa com os moradores que restaram e tenta se equipar para vencer o mal.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Faxanadu-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5844\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O jogo \u00e9 um belo RPG de a\u00e7\u00e3o, calcado naqueles moldes antigos dos jogos de NES. Portanto, espere controles duros e uma dificuldade acima de qualquer coisa. O simples ato de descobrir portas pra entrar no cen\u00e1rio j\u00e1 evidencia que o game busca n\u00e3o facilitar nem um pouco a vida do jogador. Conversar com pessoas, comprar armas, escudos, armaduras, magias e chaves diversas \u00e9 o mote central, ainda que bater em monstros e tentar se manter vivo nas in\u00fameras dungeons tamb\u00e9m seja primordial.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-luminous-vivid-orange-background-color has-background\"><strong>23 &#8211; Whomp &#8216;Em<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Whomp-Em.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5845\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1991<br><strong>Produtora<\/strong>: Jaleco<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ Plataforma<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Whomp &#8216;Em<\/strong>&nbsp;\u00e9 a adapta\u00e7\u00e3o americana de&nbsp;<em>Saiyuki World 2: Tenjokai no Majin<\/em>, portanto, continua\u00e7\u00e3o do primeiro&nbsp;<em>Saiyuki<\/em>, lan\u00e7ado em 1988 e que det\u00e9m um hist\u00f3rico bastante complicado de se entender. Haja vista, a s\u00e9rie Saiyuki, que compreende 2 jogos no NES, nasceu de uma adapta\u00e7\u00e3o do original&nbsp;<em>Wonder Boy in Monster Land<\/em>, jogo da&nbsp;<em>Sega&nbsp;<\/em>pela&nbsp;<em>Westone<\/em>, lan\u00e7ado originalmente para arcades. Talvez por n\u00e3o ter conseguido os direitos autorais na \u00e9poca, a&nbsp;<em>Jaleco&nbsp;<\/em>pegou o game original e o readaptou completamente, mudando personagens, hist\u00f3ria e gr\u00e1ficos, mas com o teor muito similar ao original.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Whomp-Em-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5846\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Igualmente ao primeiro jogo,&nbsp;<strong>Saiyuki 2<\/strong>&nbsp;(ou&nbsp;<em>Whomp &#8216;Em<\/em>, como foi chamada a vers\u00e3o americana), \u00e9 tamb\u00e9m baseado na hist\u00f3ria chinesa&nbsp;<em>Journey to the West<\/em>, que recebeu in\u00fameras adapta\u00e7\u00f5es tanto nos jogos quanto na TV.<\/p>\n\n\n\n<p>Se no original japon\u00eas o personagem \u00e9 o pr\u00f3prio&nbsp;<strong>King Monkey<\/strong>, aqui o neg\u00f3cio foi adaptado para um&nbsp;<strong>guerreiro ind\u00edgena americano<\/strong>, mas n\u00e3o perdeu-se quase nada com isso, j\u00e1 que ambos s\u00e3o praticamente id\u00eanticos. O jogo \u00e9 bem bacana, com fases que podem ser escolhidas e onde cada chefe derrotado d\u00e1 uma arma diferente ao her\u00f3i, tal como na s\u00e9rie&nbsp;<em>Megaman<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-purple-background-color has-background\"><strong>22 &#8211; Shadow of the Ninja<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Shadow-of-the-Ninja.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5847\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1990<br><strong>Produtora<\/strong>: Natsume<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ Plataforma<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1 ou 2<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<em>Natsume&nbsp;<\/em>foi respons\u00e1vel por in\u00fameros jogos de extrema qualidade na \u00e9poca do Nintendinho. Jogos lend\u00e1rios como&nbsp;<em>Shatterhand<\/em>,&nbsp;<em>Power Blade<\/em>,&nbsp;<em>Abadox<\/em>&nbsp;e este que vos trago s\u00e3o considerados a nata do console que, muitas vezes, s\u00e3o esquecidos no mar de jogos excelentes pro console.<strong>&nbsp;Shadow of the Ninja<\/strong>&nbsp;lembra bastante o jogo da&nbsp;<em>Tecmo<\/em>,&nbsp;<strong><em>Ninja Gaiden<\/em><\/strong>, por ter a mesma tem\u00e1tica e movimentos similares. Mas o jogo da Natsume vai um pouco al\u00e9m, apresentando um modo para dois jogadores simult\u00e2neos que fez a divers\u00e3o de muita gente na \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Shadow-of-the-Ninja-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5848\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Seguindo a cartilha dos 8 bits da Nintendo, o jogo n\u00e3o \u00e9 nem um pouco f\u00e1cil, tendo inimigos comuns que podem ceifar sua barra de energia num piscar de olhos caso n\u00e3o saiba o padr\u00e3o deles. Por isso mesmo, Shadow of the Ninja \u00e9 mais um daqueles jogos de aprendizado, onde decorar fases e padr\u00f5es de chefes e inimigos \u00e9 o grande segredo para se dar bem. E fazer isso ao lado de um amigo \u00e9 uma das melhores coisas que a Natsume fez pelos jogadores na \u00e9poca!<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-purple-background-color has-background\"><strong>21 &#8211; StarTropics 2<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/StarTropics-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5849\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1994<br><strong>Produtora<\/strong>: Nintendo<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ Aventura<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p>Se o primeiro game fez hist\u00f3ria no NES, com um gameplay envolvente, uma hist\u00f3ria muito bacana e personagens marcantes, esse segundo acabou passando na sombra dele e pouca gente sequer tem conhecimento sobre.&nbsp;<strong>Zoda&#8217;s Revenge<\/strong>&nbsp;foi o pen\u00faltimo jogo lan\u00e7ado para o NES e exclusivamente no territ\u00f3rio americano, o que j\u00e1 o caracteriza automaticamente como RARO. Mas, pra quem ainda quiser jog\u00e1-lo sem ser nos emuladores tradicionais, o Virtual Console do&nbsp;<em>Wii&nbsp;<\/em>j\u00e1 abriga o game desde 2008.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/StarTropics-2-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5850\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Diferente do primeiro game, onde tudo rolava em um arquip\u00e9lago enorme,&nbsp;<strong>StarTropics 2<\/strong>&nbsp;acontece em v\u00e1rias \u00e9pocas do tempo, desde o egito antigo at\u00e9 os tempos medievais, tudo coroado com uma hist\u00f3ria maluca envolvendo entidades como&nbsp;<em>Cleopatra<\/em>,&nbsp;<em>Merlin&nbsp;<\/em>e at\u00e9&nbsp;<em>Leonardo Da Vinci<\/em>&nbsp;e pedras parecidas com Tetris, para por fim \u00e0 tr\u00eas clones de&nbsp;<strong>Zoda<\/strong>, o vil\u00e3o do primeiro jogo.<\/p>\n\n\n\n<p>Em termos de gameplay,&nbsp;<strong>Mike&nbsp;<\/strong>agora tem uma movimenta\u00e7\u00e3o muito mais livre e os cen\u00e1rios tamb\u00e9m tem um level design mais interessante, inclusive com plataformas em v\u00e1rios n\u00edveis. \u00c9 um jogo muito bom e especialmente indicado pra quem gostou do primeiro.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-luminous-vivid-orange-background-color has-background\"><strong>20 &#8211; The Last Ninja<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/The-Last-Ninja.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5851\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1991<br><strong>Produtora<\/strong>: Bean Software<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ Aventura<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p><strong>The Last Ninja<\/strong>&nbsp;\u00e9 um dos jogos mais diferentes para o Nintendinho. Nascido em diversos computadores da \u00e9poca e portado para outra por\u00e7\u00e3o deles, essa vers\u00e3o do NES \u00e9 uma das mais convidativas de todas elas, mesmo que o jogo n\u00e3o passe nem perto dessa palavra. Na verdade, The Last Ninja \u00e9 um dos jogos mais complicados de se aprender a jogar e eu tiro meu chap\u00e9u pra quem, naquela \u00e9poca, alugou esse game e conseguiu termin\u00e1-lo na ra\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/The-Last-Ninja-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5852\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O jogo funciona com uma vis\u00e3o isom\u00e9trica, o que por si s\u00f3 j\u00e1 deve dar um n\u00f3 na cabe\u00e7a de quem se arrisca com seus controles. De fato, controlar o ninja&nbsp;<strong>Armakuni&nbsp;<\/strong>pelas mais variadas telas tentando solucionar quebra cabe\u00e7as enquanto luta pra se manter vivo \u00e9 uma tarefa para, com o perd\u00e3o do trocadilho, ninjas!<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, apesar dos controles serem estranhos numa primeira jogada (numa segunda e terceira tamb\u00e9m), o game acaba entretendo com seu mecanismo de busca de itens e um visual isom\u00e9trico interessante no 8 bits da Nintendo. Pense num&nbsp;<em>Out of This World<\/em>&nbsp;isom\u00e9trico com um ninja e voc\u00ea ter\u00e1 uma vaga no\u00e7\u00e3o do que \u00e9 The Last Ninja.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-cyan-blue-background-color has-background\"><strong>19 &#8211; Battle of Olympus<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Battle-of-Olympus.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5853\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1989<br><strong>Produtora<\/strong>: Infinity<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ Aventura<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p>Bastante inspirado em&nbsp;<em>Zelda II<\/em>,&nbsp;<strong>Battle of Olympus<\/strong>&nbsp;\u00e9 um jogo que requer muitas idas e vindas em v\u00e1rias cidades da Gr\u00e9cia antiga. Por ser um jogo com mec\u00e2nica de plataforma, mas calcado no g\u00eanero adventure, prepare-se n\u00e3o para somente dizimar seus inimigos como tamb\u00e9m colher informa\u00e7\u00f5es e conversar com muitas pessoas em cidades. Muitos dos itens do jogo s\u00e3o conseguidos conversando e explorando os mais remotos cantos do mapa do jogo.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Battle-of-Olympus-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5854\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Tempos atr\u00e1s eu fiz uma&nbsp;<a href=\"http:\/\/shugames.blogspot.com.br\/2012\/01\/battle-of-olympus-nes.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">an\u00e1lise desse jogo<\/a>, o qual eu destaquei bastante a dificuldade dele. Al\u00e9m dos lances de plataforma e dos ataques curtos do personagem&nbsp;<strong>Orpheu<\/strong>, procurar pelos itens e vasculhar os di\u00e1logos com v\u00e1rios npc&#8217;s \u00e9 exaustivo. Al\u00e9m disso, n\u00e3o existem INN&#8217;s pelo jogo, obrigando o jogador a matar os inimigos e torcer para que dropem pontos de vida. \u00c9 um jogo com alto teor da dificuldade padr\u00e3o da \u00e9poca dos 8 bits, mas ainda assim bastante interessante.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-red-background-color has-background\"><strong>18 &#8211; Little Samson<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Little-Samson.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5856\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1992<br><strong>Produtora<\/strong>: Takeru<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ Plataforma<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p>Poucos jogos s\u00e3o t\u00e3o encantadores numa primeira jogada como&nbsp;<strong>Little Samson<\/strong>. Sua variedade de personagens, o carisma dos mesmos e a jogabilidade impec\u00e1vel fazem deste um dos jogos mais bacanas e esquecidos do sistema de 8 bits da Nintendo. Little Samson foi lan\u00e7ado em 1992 no mercado norte americano, mesmo ano em que a&nbsp;<em>Capcom&nbsp;<\/em>j\u00e1 fazia escola com<em>&nbsp;Megaman 5<\/em>&nbsp;e a&nbsp;<em>Hudson&nbsp;<\/em>j\u00e1 comemorava o terceiro t\u00edtulo da prestigiada s\u00e9rie&nbsp;<em>Adventure Island<\/em>. Talvez por esse motivo o jogo tenha passado meio encoberto, mas, quem conseguiu jogar esse cartucho na \u00e9poca eu aposto que jamais esqueceu.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Little-Samson-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5857\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Aqui controlamos 4 personagens, que, \u00e0 partir das 4 primeiras fases introdut\u00f3rias, podem ser escolhidos \u00e0 qualquer momento. Cada um deles tem uma habilidade diferente, seja na for\u00e7a dos ataques, seja no tamanho diminuto para entrar em locais apertados ou ent\u00e3o podendo at\u00e9 mesmo voar. De fato, a variedade de gameplay unida \u00e0 um \u00f3timo controle, level design genial e uma trilha sonora matadora, fazem deste um cl\u00e1ssico absoluto do console que todos deviam ao menos conhecer.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-pale-pink-background-color has-background\"><strong>17 &#8211; Panic Restaurant<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Panic-Restaurant.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5858\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1992<br><strong>Produtora<\/strong>: EIM<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ Plataforma<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p>Imagine um jogo onde controlamos um chef de cozinha renomado, que, por algum motivo bizarro, tem seu restaurante amaldi\u00e7oado por outro cozinheiro rival.&nbsp;<strong>Cookie<\/strong>, nosso simp\u00e1tico chef, agora precisa entrar no pr\u00f3prio restaurante e combater cebolas, pizzas, panelas e toda a sorte de inimigos culin\u00e1rios com sua frigideira! Sim, esse jogo de plataforma ambientado no mais maluco dos restaurantes \u00e9 um dos jogos mais inusitados para o NES e que, infelizmente, ficou bastante esquecido no passado.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Panic-Restaurant-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5859\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Todo o design de Panic Restaurant \u00e9 creditado \u00e0&nbsp;<strong>Kenji Eno<\/strong>, um renomado designer que, entre outros jogos, ajudou a idealizar cl\u00e1ssicos como a s\u00e9rie<em>&nbsp;D<\/em>&nbsp;e tamb\u00e9m&nbsp;<em>Enemy Zero<\/em>, para o&nbsp;<strong>Saturn<\/strong>. Eno faleceu em 2013 devido \u00e0 problemas card\u00edacos com apenas 42 anos, mas todas as suas obras, incluindo este esquecido jogo de NES, ficaram marcadas na hist\u00f3ria dos games.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-green-cyan-background-color has-background\"><strong>16 &#8211; Power Blade 2<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Power-Blade-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5860\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1992<br><strong>Produtora<\/strong>: Natsume<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ Plataforma<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p>Mais uma vez a&nbsp;<strong>Natsume&nbsp;<\/strong>aparece aqui com mais um jogo para quem tem culh\u00f5es! Se a dificuldade mediana do primeiro jogo n\u00e3o agradou seu paladar hardcore, recomendo muito jogar o segundo jogo da franquia Powerblade! Esse, muito provavelmente, vai saciar sua sede por jogos dif\u00edceis, mas com bons controles e mec\u00e2nicas inteligentes.&nbsp;<strong>Powerblade 2<\/strong>&nbsp;n\u00e3o \u00e9 um jogo punitivo, mas te obriga a aprender na marra a mec\u00e2nica de inimigos e das fases se quiser sobreviver.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Power-Blade-2-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5861\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Diferente do primeiro jogo, aqui o ato de morrer \u00e9 muito mais comum do que se pensa. A dificuldade do jogo foi aumentada substancialmente, ao mesmo tempo que possibilidades e mecanismos tamb\u00e9m foram adicionados ao gameplay, como a bem vinda rasteira de&nbsp;<strong>Nova&nbsp;<\/strong>para escapar de inimigos e entrar em brechas. Os ataques dele continuam os mesmos com seu velho bumerangue, mas os cen\u00e1rios est\u00e3o muito mais fatais dessa vez, com espinhos e tetos mort\u00edferos por todos os cantos.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-luminous-vivid-amber-background-color has-background\"><strong>15 &#8211; Kings of Beach<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Kings-of-Beach.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5863\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1990<br><strong>Produtora<\/strong>: Electronic Arts<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: Esporte<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Kings of Beach<\/strong>&nbsp;saiu para diversas plataformas na \u00e9poca, incluindo a\u00ed o 8 bits da Nintendo, que \u00e9 a vers\u00e3o que vamos tratar aqui. Este \u00e9 um dos raros jogos de v\u00f4lei n\u00e3o somente para o NES, mas para os videogames em geral. Antes dele, s\u00f3 consigo me lembrar daquele v\u00f4lei para o&nbsp;<em>Atari 2600<\/em>&nbsp;que joguei demais, por sinal&#8230; Enfim, aqui temos um belo exemplar do esporte, mesmo que possa ser jogado apenas por um jogador.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Kings-of-Beach-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5864\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Os comandos em Kings of Beach s\u00e3o simples e o jogo ainda conta com 3 modos de treino para o jogador praticar recebimentos, cortadas e levantadas. O jogo, como \u00e9 de se esperar, \u00e9 da \u00e9poca onde a regra da vantagem estava em vigor, portanto, as partidas podem durar um bom tempo dependendo do grau de dificuldade. Al\u00e9m do treino, d\u00e1 pra se disputar uma partida simples ou um campeonato, onde a dupla vai viajar por v\u00e1rios lugares do mundo, inclusive o Rio de Janeiro. \u00c9 um \u00f3timo jogo, mas n\u00e3o espere muita profundidade.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-purple-background-color has-background\"><strong>14 &#8211; Chip&#8217;n Dale Rescue Rangers 2<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Chipn-Dale-Rescue-Rangers-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5866\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1994<br><strong>Produtora<\/strong>: Capcom<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ Plataforma<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1 ou 2<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das coisas mais marcantes do primeiro Chip&#8217;n Dale era sua m\u00fasica empolgante na primeira fase. Aquela m\u00fasica emplacou e se tornou praticamente uma marca registrada do jogo. Por mais que o game, como jogo em si, tivesse uma jogabilidade simples e fosse bem raso (basicamente avan\u00e7ar jogando caixas nos inimigos), o jogo cativava tanto pelos personagens quanto pelas m\u00fasicas.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Chipn-Dale-Rescue-Rangers-2-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5865\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Esse segundo jogo n\u00e3o contou com uma can\u00e7\u00e3o marcante como o primeiro, mas ele faz tudo direitinho tamb\u00e9m. Eu diria que&nbsp;<strong>Chip&#8217;n Dale 2<\/strong>&nbsp;\u00e9 praticamente uma expans\u00e3o do primeiro jogo, com mais fases, mais inimigos e mais chefes para enfrentar. O jogo continua com aquela dificuldade padr\u00e3o, a qual basta evitar levar muito dano que as fases se completam praticamente sozinhas. E o melhor: o multiplayer cooperativo continua presente no jogo.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-luminous-vivid-orange-background-color has-background\"><strong>13 &#8211; Nightshade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Nightshade.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5867\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1992<br><strong>Produtora<\/strong>: Bean Software<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: Aventura \/ Investiga\u00e7\u00e3o<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p>Eis um jogo que poucas vezes ouvi falar e que saiu exclusivamente no mercado americano para o NES.&nbsp;<strong>Nightshade&nbsp;<\/strong>\u00e9 um daqueles jogos point-&amp;-click que sa\u00edam aos montes para os PCs no passado, mas adaptado para o Nintendinho com maestria. Aqui controlamos&nbsp;<strong>Mark<\/strong>, com a alcunha de&nbsp;<strong>Nightshade<\/strong>, com a miss\u00e3o de investigar diversos assassinatos e resolver os problemas de&nbsp;<em>Metro City<\/em>&nbsp;com a bandidagem.<\/p>\n\n\n\n<p>O jogo \u00e9 praticamente inteiro sobre investiga\u00e7\u00e3o, coleta e uso de itens do cen\u00e1rio. Ao apertar&nbsp;<strong>SELECT<\/strong>, um menu com v\u00e1rias a\u00e7\u00f5es como usar, investigar, acionar e etc aparece, dando ao jogador diversas op\u00e7\u00f5es com as quais ele pode interagir com objetos do cen\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Nightshade-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5868\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Mas isso n\u00e3o significa que Nightshade n\u00e3o possui suas partes de a\u00e7\u00e3o: ao encontrar bandidos pelo caminho, o jogo muda para uma perspectiva de luta no qual o jogador deve apertar rapidamente os bot\u00f5es para se dar bem. Quando voc\u00ea acaba &#8220;<em>morrendo<\/em>&#8220;, Nightshade \u00e9 colocado em alguma sala com uma armadilha, obrigando o jogador a se virar pra escapar dali e continuar jogando.Sinceramente, \u00e9 um dos jogos mais bacanas que j\u00e1 tive oportunidade de jogar no NES.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-red-background-color has-background\"><strong>12 &#8211; The Guardian Legend<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/The-Guardian-Legend.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5869\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1989<br><strong>Produtora<\/strong>: Compile<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ RPG \/ Navinha<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p>Pelo g\u00eanero descrito muitos devem pensar que&nbsp;<strong>Guardian Legend<\/strong>&nbsp;\u00e9 uma salada de estilos sem o menor sentido. Engana-se quem pensa dessa forma. Guardian Legend \u00e9 um dos jogos mais primorosos do Nintendinho e \u00e9 at\u00e9 estranho que n\u00e3o se comenta muito sobre ele nos dias de hoje, principalmente com a internet dispon\u00edvel para todos.<\/p>\n\n\n\n<p>O game da&nbsp;<em>Compile&nbsp;<\/em>(que tamb\u00e9m criou&nbsp;<em>Golvellius&nbsp;<\/em>e tantos outros sucessos), concebe de forma majestosa os tr\u00eas estilos, sendo que existem momentos onde jogamos como uma nave pelo espa\u00e7o em scroll vertical e em outros como uma hero\u00edna vasculhando telas em busca de itens, experi\u00eancia e caminhos, enquanto atira em v\u00e1rios inimigos por todos os lados.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/The-Guardian-Legend-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5870\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A grande jogada do Guardian Legend \u00e9 conseguir mesclar tudo isso sem soar desconexo. Nenhuma das se\u00e7\u00f5es de nave est\u00e1 ali s\u00f3 para &#8220;<em>variar<\/em>&#8221; o gameplay. Muito menos as se\u00e7\u00f5es de explora\u00e7\u00e3o com a humanoide atirando pra todo lado enquanto procura evoluir. Todas as partes desse jogo juntas comp\u00f5e umas das obras mais bacanas que a Compile j\u00e1 criou e que deveria ser mais divulgada por a\u00ed.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-cyan-blue-background-color has-background\"><strong>11 &#8211; G.I. Joe &#8211; The Atlantis Factor<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/GI-Joe-The-Atlantis-Factor.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5871\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1992<br><strong>Produtora<\/strong>: KID<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ Tiro<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p>A franquia&nbsp;<em>G.I. Joe&nbsp;<\/em>rendeu dois \u00f3timos jogos para o Nintendinho. Diferente do&nbsp;<em>A Real American Hero<\/em>,&nbsp;<strong>The Atlantis Factor<\/strong>&nbsp;optou por um caminho mais similar ao cl\u00e1ssico&nbsp;<em>Bionic Commando<\/em>, da&nbsp;<em>Capcom<\/em>, com um mapa para dividir as fases e com o jogador tendo que passar por v\u00e1rias fases e depois encarar a base dos inimigos&nbsp;<strong>Cobra<\/strong>. Ali as miss\u00f5es variam desde instalar bombas, salvar ref\u00e9ns ou encontrar algum item espec\u00edfico.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda \u00e9 poss\u00edvel escolher seu personagem, mas, novamente diferenciando-se do primeiro jogo, aqui \u00e9 preciso libertar os outros para que fiquem dispon\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/GI-Joe-The-Atlantis-Factor-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5872\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>The Atlantis Factor aumentou potencialmente a dificuldade do primeiro jogo, principalmente por conta da inclus\u00e3o do mapa e da obrigatoriedade de passar pelas fases antes de encarar a base. Al\u00e9m disso, o jogo em si reserva fases com uma design mais complexo do que no primeiro game, com inimigos aparecendo de todos os cantos e obrigando o jogador a aprender na marra como se virar. Pra quem curtiu o primeiro, recomendo paci\u00eancia para encarar esse segundo jogo da s\u00e9rie.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-pale-pink-background-color has-background\"><strong>10 &#8211; Gargoyle&#8217;s Quest II<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Gargoyles-Quest-II.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5873\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1992<br><strong>Produtora<\/strong>: Capcom<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ Aventura<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro&nbsp;<em>Gargoyle&#8217;s Quest<\/em>&nbsp;foi lan\u00e7ado em 1990 para o&nbsp;<em>Game Boy<\/em>, tendo uma vers\u00e3o lan\u00e7ada no Virtual Console do&nbsp;<em>3DS&nbsp;<\/em>em 2011. A sequ\u00eancia saiu em 1992 para o NES e ambos fazem parte do universo de&nbsp;<em>Ghouls n&#8217;Goblins<\/em>. O jogo funciona como uma esp\u00e9cie de RPG de a\u00e7\u00e3o, no qual controlamos&nbsp;<strong>Firebrand&nbsp;<\/strong>(um dos inimigos mais casca grossa na s\u00e9rie GnG) por uma s\u00e9rie de lugares enfrentand hordas de dem\u00f4nios, adquirindo informa\u00e7\u00f5es e procurando por melhorias.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Gargoyles-Quest-II-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5874\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Uma coisa precisa ser dita desse jogo: ele \u00e9 implac\u00e1vel com qualquer um que se meta com ele.&nbsp;<strong>Gargoyle&#8217;s Quest 2<\/strong>&nbsp;com certeza deveria figurar em qualquer lista de jogos mais dif\u00edceis j\u00e1 feitos, mas, por algum motivo, o jogo meio que caiu no esquecimento. Talvez a raz\u00e3o disso seja sua continua\u00e7\u00e3o espiritual, conhecido como&nbsp;<em>Demon&#8217;s Crest<\/em>, para o Super NES, que \u00e9 tido como um dos melhores jogos do sistema.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas o jogo do Nintendinho, apesar da dificuldade cruel, guarda um \u00f3timo gameplay misturando explora\u00e7\u00e3o com se\u00e7\u00f5es de plataforma pra ningu\u00e9m reclamar.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-green-cyan-background-color has-background\"><strong>9 &#8211; Crystalis<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Crystalis.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5875\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1990<br><strong>Produtora<\/strong>: SNK<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: RPG de a\u00e7\u00e3o<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Crystalis&nbsp;<\/strong>\u00e9, talvez, o \u00fanico RPG de a\u00e7\u00e3o nos moldes de&nbsp;<em>Zelda&nbsp;<\/em>que a&nbsp;<em>SNK&nbsp;<\/em>desenvolveu. O jogo \u00e9 muit\u00edssimo caprichado, cheio de cen\u00e1rios \u00fanicos e uma hist\u00f3ria muito bacana tamb\u00e9m. O protagonista precisa encontrar os quatro elementos para formar a espada Crystallis, a \u00fanica capaz de destruir o vil\u00e3o&nbsp;<strong>Draygon<\/strong>&nbsp;e devolver a paz ao mundo. Para saber mais sobre Crystalis, eu fiz um retronado h\u00e1 muito tempo, que pode ser acessado&nbsp;<a href=\"http:\/\/shugames.blogspot.com.br\/search\/label\/Retronado%20Crystalis\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">aqui<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Crystalis-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5876\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Como jogo, Crystalis \u00e9 um s\u00f3lido jogo de RPG de a\u00e7\u00e3o no melhor estilo&nbsp;<em>Zelda<\/em>. Enquanto caminhamos pelo mapa, podemos atacar com a espada, coletar dinheiro, experi\u00eancia e, quando estamos em cidades, conversar com pessoas, resolver enigmas e comprar itens. A dificuldade maior em Crystalis est\u00e1 em vencer seus in\u00fameros calabou\u00e7os ou encontrar os itens cruciais para conseguir venc\u00ea-los.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-luminous-vivid-amber-background-color has-background\"><strong>8 &#8211; Robowarrior<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Robowarrior.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5877\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1988<br><strong>Produtora<\/strong>: Hudson Soft<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p>Robowarrior j\u00e1 chegou a pintar no meu especial de&nbsp;<a href=\"https:\/\/oldgamesftw.wordpress.com\/2015\/04\/28\/7-jogos-que-voce-tem-que-jogar-edicao-nes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">7 Jogos do NES<\/a>, no blog OGFTW, mas, eu n\u00e3o poderia deix\u00e1-lo de fora daqui. Trata-se de um bel\u00edssimo clone de&nbsp;<em>Bomberman<\/em>, no qual controlamos um rob\u00f4 em um planeta desolado que precisa achar o caminho at\u00e9 o vil\u00e3o usando bombas para isso. Sim, lembra bastante Bomberman (da mesma Hudson) no conceito e in-game mais ainda, o que n\u00e3o deixa de ser um elogio ao game.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Robowarrior-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5878\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Muitos dos itens coletados no jogo servem para aumentar sua pontua\u00e7\u00e3o, como itens secund\u00e1rios ou para adicionar mais bombas ao seu estoque. Diferente de Bomberman, a explos\u00e3o das bombas aqui n\u00e3o \u00e9 no formato de cruz, mas em uma esfera que te obriga a ficar longe dela at\u00e9 que se dissipe. Seu personagem sempre p\u00f5e a bomba NA FRENTE dele, ao inv\u00e9s de SOB seus p\u00e9s, como na s\u00e9rie Bomberman.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra diferen\u00e7a \u00e9 a quantia limitada de bombas, o que adiciona uma boa estrat\u00e9gia ao jogo. S\u00f3 se consegue mais bombas destruindo inimigos, mas Robowarrior consegue destru\u00ed-los usando seu pr\u00e1tico laser em seu bra\u00e7o. Al\u00e9m disso, o tempo \u00e9 o seu maior inimigo aqui, se ele esgotar \u00e9 game over na hora!<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-purple-background-color has-background\"><strong>7 &#8211; Heavy Barrel<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Heavy-Barrel.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5879\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1990<br><strong>Produtora<\/strong>: Sakata SAS<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ Tiro<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1 ou 2<\/p>\n\n\n\n<p>Com estilo muito parecido com a s\u00e9rie&nbsp;<em>Ikari Warriors<\/em>,&nbsp;<strong>Heavy Barrel<\/strong>&nbsp;\u00e9 um bom jogo de guerra, onde o tiroteio \u00e9 desenfreado o bastante pra te manter colado na tela o tempo todo. Muito da dificuldade dele vem do fato da tela sempre estar cheia de inimigos, o que te obriga a procurar brechas pra poder atirar em seguran\u00e7a. Al\u00e9m disso, se quiser novas armas \u00e9 bom guardar as chaves que os soldados vermelhos deixam quando morrem.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Heavy-Barrel-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5880\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Heavy Barrel \u00e9 um port dos arcades e a vers\u00e3o para NES ficou bem bacana, apesar da lentid\u00e3o em muitas partes. O lance de pegar chaves para abrir as caixas com os mais variados itens d\u00e1 um tom estrat\u00e9gico ao jogo ao mesmo tempo que te obriga a decorar onde est\u00e3o os melhores itens. O lan\u00e7a chamas, por exemplo, \u00e9 uma das melhores armas, mas fica numa caixa quase no fim da parte de areia da primeira fase.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns itens encontrados nas caixas formam a arma<em>&nbsp;heavy barrel<\/em>, a mais poderosa de todas, mas \u00e9 preciso encontrar 6 deles para que se possa us\u00e1-la.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-luminous-vivid-orange-background-color has-background\"><strong>6 &#8211; Isolated Warrior<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Isolated-Warrior.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5881\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1991<br><strong>Produtora<\/strong>: KID<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ Tiro<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p>Nomeado de&nbsp;<strong><em>Max Warrior<\/em><\/strong>&nbsp;no oriente,&nbsp;<strong>Isolated Warrior<\/strong>&nbsp;trata-se de um shooter com perspectiva isom\u00e9trica e scroll autom\u00e1tico vertical. Falando assim muitos podem n\u00e3o saber do que se trata, mas se voc\u00ea j\u00e1 jogou&nbsp;<em>Zaxxon&nbsp;<\/em>ou&nbsp;<em>Viewpoint<\/em>, vai se familiarizar com este jogo da&nbsp;<strong>KID<\/strong>. No game controlamos o capit\u00e3o das for\u00e7as de resist\u00eancia de seu planeta,&nbsp;<strong>Max Maverick<\/strong>, que se recusa a abandonar seu planeta natal e resolve sozinho enfrentar a horda de alien\u00edgenas que o invadiram! S\u00f3 por esse resumo voc\u00ea j\u00e1 deve imaginar o porqu\u00ea do nome do jogo!<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Isolated-Warrior-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5882\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A mec\u00e2nica de Isolated Warrior n\u00e3o \u00e9 de todo ruim, mas mirar corretamente quando est\u00e1 cheio de coisas acontecendo na tela \u00e9 bastante complicado em alguns momentos, justamente pela perspectiva adotada. Junto \u00e0 isso est\u00e1 o fato da tela se locomover sozinha, te obrigando a procurar o melhor caminho e desviar dos inimigos. Itens que aumentam seu poder de ataque e que te d\u00e1 um escudo tempor\u00e1rio brotam aos montes na tela, mas \u00e9 dif\u00edcil reconhecer tudo numa primeira jogada.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-red-background-color has-background\"><strong>5 &#8211; Hammerin&#8217; Harry<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Hammerin-Harry.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5883\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1992<br><strong>Produtora<\/strong>: Irem<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ Plataforma<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Harry&nbsp;<\/strong>e seu martelo nasceram nos arcades em 1990, sendo portado para o NES em 1992. Seria mais um jogo de plataforma comum se n\u00e3o fosse pela arma peculiar do her\u00f3i: um martelo enorme! Harry usa o martelo tanto para bater nos inimigos que raptaram sua namorada quanto para destruir coisas do cen\u00e1rio para achar itens. Alguns itens tamb\u00e9m fazem com que seu martelo adquira novas habilidade e at\u00e9 dobre de tamanho.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Hammerin-Harry-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5884\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O jogo possui m\u00fasicas bem bacanas e grudentas, al\u00e9m de um jogabilidade simples e f\u00e1cil de se adaptar. A dificuldade dele tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 muito alta, o que garante uma jogatina descompromissada, assim como sua vers\u00e3o de arcade. O mais impressionante, no entanto, \u00e9 o visual muito bacana que a&nbsp;<em>Irem&nbsp;<\/em>conseguiu arrancar do NES: est\u00e1 longe da vers\u00e3o arcade, mas o neg\u00f3cio todo meio SD (super deformed) ficou t\u00e3o simp\u00e1tico que nem percebemos que se trata de um port.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-background\" style=\"background-color:#e5e006\"><strong>4 &#8211; Legend of the Ghost Lion<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Legend-of-the-Ghost-Lion.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5885\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1992<br><strong>Produtora<\/strong>: Kemco<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: RPG<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p>Nos mesmos moldes de&nbsp;<em>Dragon Quest<\/em>,&nbsp;<strong>Legend of the Ghost Lion<\/strong>&nbsp;conta a hist\u00f3ria de&nbsp;<strong>Maria&nbsp;<\/strong>que, um certo dia seu vilarejo foi atacado por um le\u00e3o branco. Um her\u00f3i apareceu do nada e baniu o monstro para longe. Curiosos sobre o fato, os pais de Maria resolvem investigar de onde o animal e o her\u00f3i haviam surgido e acabam desaparecendo tamb\u00e9m. O jogo come\u00e7a com Maria em busca de seus pais, quando \u00e9 tragada por uma correnteza e vai parar em outro mundo.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Legend-of-the-Ghost-Lion-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5886\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A hist\u00f3ria \u00e9 meio sem p\u00e9 nem cabe\u00e7a, mas serve de pano de fundo para um jogo muito parecido com Dragon Quest, tanto em suas qualidades como em seus defeitos tamb\u00e9m. Maria, a personagem principal, percorre vilarejos, castelos, masmorras cavernas e descampados, enfrentando monstros e conversando com v\u00e1rios NPCs atrav\u00e9s de v\u00e1rios menus similares ao da s\u00e9rie da&nbsp;<em>Enix<\/em>. Como se trata de um RPG aos moldes antigos, espere por um grind lento e trabalhoso at\u00e9 poder avan\u00e7ar por novas \u00e1reas.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-cyan-blue-background-color has-background\"><strong>3 &#8211; Shinobi<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Shinobi.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5887\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1989<br><strong>Produtora<\/strong>: Tengen<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o \/ Plataforma<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p>Sim amigos,&nbsp;<strong>Shinobi&nbsp;<\/strong>chegou por vias escusas ao Nintendinho tamb\u00e9m. Apesar de ser uma vers\u00e3o bastante capada da original (e tamb\u00e9m do&nbsp;<em>Master System<\/em>), o Shinobi do NES \u00e9 um jogo divertido. Por algum motivo, a&nbsp;<em>Tengen&nbsp;<\/em>n\u00e3o conseguiu lan\u00e7ar esse port oficialmente em territ\u00f3rio americano, mas ele foi lan\u00e7ado como&nbsp;<em>sem licensa<\/em>&nbsp;e eu conhe\u00e7o algumas pessoas que conseguiram alugar o cartucho na \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Shinobi-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5888\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A vers\u00e3o para NES de Shinobi traz v\u00e1rias diferen\u00e7as, principalmente se comparada com a vers\u00e3o do Master System. Primeiro, os n\u00edveis das fases foram praticamente abolidos, ou seja: Shinobi ainda pode dar aqueles pul\u00f5es para o alto, mas tanto faz o n\u00edvel que voc\u00ea estiver, se alcan\u00e7ar o ref\u00e9m, \u00e9 s\u00f3 pular normalmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Algumas fases foram remodeladas e se tornaram um ret\u00e3o s\u00f3 (como na segunda etapa, onde no Master System era preciso subir pela tela), mas as magias foram aumentadas para 5. \u00c9 uma vers\u00e3o muito interessante de se jogar, principalmente se voc\u00ea s\u00f3 conhecer as vers\u00f5es de Arcade e Master System.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-background\" style=\"background-color:#d100b6\"><strong>2 &#8211; Frankenstein &nbsp;&#8211; The Monster Returns<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Frankenstein-The-Monster-Returns.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5889\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1990<br><strong>Produtora<\/strong>: TOSE<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: A\u00e7\u00e3o<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Frankenstein&nbsp;<\/strong>chegou para NES com um jogo muito parecido com&nbsp;<em>Castlevania<\/em>, no melhor sentido poss\u00edvel da compara\u00e7\u00e3o. Unindo um bom gameplay, uma dificuldade alta e bons gr\u00e1ficos, no jogo controlamos um her\u00f3i disposto a salvar uma bela donzela das m\u00e3os de Frankenstein que, por algum motivo resolveu voltar dos mortos e tocar o terror no mundo.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Frankenstein-The-Monster-Returns-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5890\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O jogo tem o mesmo estilo de Castlevania, mas fazendo uso de armas tempor\u00e1rias como porretes, peda\u00e7os de pau e at\u00e9 magias. A jogabilidade se resume em saltar corretamente e procurar n\u00e3o levar muito dano, pois o jogo \u00e9 cruel nesse aspecto. J\u00e1 no come\u00e7o nota-se que a dificuldade dele \u00e9 bem elevada, pois acertar corretamente os lobos que vem correndo demanda algum tempo. As fases do jogo s\u00e3o bem variadas, o que mant\u00e9m o jogador interessado nesse belo e esquecido jogo.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-luminous-vivid-amber-background-color has-background\"><strong>1 &#8211; Bubble Bath Babes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Bubble-Bath-Babes.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5891\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong>: 1991<br><strong>Produtora<\/strong>: C&amp;E<br><strong>G\u00eanero<\/strong>: Puzzle<br><strong>Jogadores<\/strong>: 1<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo na \u00e9poca em que a Nintendo controlava a ferro e fogo os jogos que entrariam no seu 8 bits, muitas produtoras lan\u00e7avam jogos controversos por vias desconhecidas.&nbsp;<strong>Bubble Bath Babes<\/strong>&nbsp;\u00e9 s\u00f3 um desses jogos, um puzzle que mistura bolhas subindo e garotas com peitos de fora. O objetivo \u00e9 formar um nome com as bolhas que sobem com letras, formando a fase completa e o jogador pode ver uma foto de alguma garota pixelada.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revolutionarena.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Bubble-Bath-Babes-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5892\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Como jogo em si, Bubble Bath Babes parece uma mistura de&nbsp;<em>Tetris&nbsp;<\/em>com&nbsp;<em>Puzzle Bobble<\/em>, onde as bolhas v\u00e3o subindo e \u00e9 preciso ir encaixando as cores iguais. Quando n\u00e3o se consegue isso, bolhas transparentes surgem e atrapalham toda a tela. Se as bolhas atingirem a parte baixa, \u00e9 game over. Devo confessar que o jogo \u00e9 dif\u00edcil pra caramba, n\u00e3o consegui passar nenhuma fase sequer e isso me fez pensar: como deve ter sofrido o adolescente nessa \u00e9poca que dependia desse jogo pra ver uns peitinhos&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Cosm\u00e3o O&nbsp;Nintendo Entertainment System &#8211; NES (Family Computer &#8211; FAMICOM)&nbsp;(tamb\u00e9m conhecido aqui no Brasil como&nbsp;Nintendinho), foi lan\u00e7ado em 1985&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":38373,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[24,23,443,15,1102],"tags":[54,26,55,48],"class_list":["post-5829","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos-e-curiosidades","category-destaques","category-games","category-nintendo","category-rankings-top-games","tag-famicom","tag-materias-especiais","tag-nes","tag-nintendo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5829","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5829"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5829\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":38374,"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5829\/revisions\/38374"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/38373"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5829"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5829"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revolutionarena.com\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5829"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}