Starship Troopers: Ultimate Bug War! – Análise (Review)

Starship Troopers: Ultimate Bug War! – Análise (Review)

17 de março de 2026 Off Por Petrônio Pellegrino

Antes de entrar nos detalhes, preciso contextualizar um pouco para quem não conhece a origem de tudo. Starship Troopers é um filme de 1997 dirigido pelo genial Paul Verhoeven, o mesmo cara por trás de RoboCop e Showgirls. O filme conta a história de jovens soldados da Federação Cidadã Unida que vão para a guerra contra os Aracnídeos, uma raça de insetos extraterrestres extremamente perigosa. Mas por baixo de todo esse espetáculo de ação e gore, o filme é uma sátira brilhante e afiada sobre fascismo, propaganda militar e a facilidade com que governos manipulam populações inteiras através do patriotismo exacerbado. É um clássico cult que envelheceu muito bem, especialmente porque suas críticas sociais soam mais pertinentes hoje do que quando foi lançado.

Starship Troopers: Ultimate Bug War! é desenvolvido pela Auroch Digital, o mesmo estúdio responsável pelo excelente Warhammer 40,000: Boltgun, e publicado pela Dotemu, especialista em trazer de volta o melhor dos jogos retrô com qualidade e carinho. O jogo chegou em 16 de março de 2026 para PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2.

A narrativa do jogo é muito inteligente. Ultimate Bug War! se apresenta como um jogo dentro do universo ficcional de Starship Troopers, ou seja, é um produto desenvolvido pela própria Federação para recrutar novos soldados e mostrar ao público como é a guerra contra os bugs. Essa camada meta funciona muito bem porque justifica tanto a estética retrô quanto o tom exageradamente propagandístico de todo o conteúdo. Você joga como a Major Samantha Dietz, uma soldada veterana que lutou em diversas frentes da guerra, e entre as missões existem cutscenes em live action com ela e com o General Johnny Rico, interpretado pelo próprio Casper Van Dien, ator do filme original. Essas cenas são uma maravilha: cheias de humor, com propaganda ridícula e entrevistas onde os personagens defendem, com total seriedade, que o jogo que você está jogando é uma “representação realista da guerra”. É hilário, é genial, e me lembrou muito as famosas cutscenes de Command & Conquer.

A campanha principal se divide em oito missões jogadas na perspectiva de Sammy, além de missões alternativas onde você controla os próprios insetos. No total, dependendo do seu ritmo e da dificuldade escolhida, a experiência pode durar entre seis e dez horas. É curto, eu admito, e isso pode ser um ponto de atrito para quem espera um jogo épico de quarenta horas. Mas dentro do que propõe, o jogo é redondinho e muito bem executado. Agora vamos ao que interessa.

Mecânicas e Jogabilidade

Desde o primeiro momento em que botei os pés no campo de batalha, ficou claro que Ultimate Bug War! não está tentando ser um shooter moderno com mecânicas complexas e sistemas de progressão elaborados. Ele é um boomer shooter raiz, no melhor sentido possível: rápido, brutal, direto ao ponto. Mas o que me surpreendeu é que o jogo pega inspiração em títulos bem mais recentes para estruturar suas missões, e o resultado é algo que funciona de forma muito mais interessante do que eu esperava.

Cada missão acontece em um mapa enorme e aberto, com múltiplos objetivos espalhados pelo ambiente. A liberdade para escolher a ordem em que você resolve esses objetivos é fantástica, porque cria uma sensação de exploração e autonomia que a maioria dos shooters lineares não oferece. Lembrei bastante do saudoso Medal of Honor: Airborne, que usava uma abordagem parecida, e fiquei feliz em ver essa estrutura sendo aproveitada aqui. No caminho entre um objetivo e outro, você vai encontrar resistência constante dos Aracnídeos, além de segredos escondidos e novas armas para pegar. Descobrir uma arma poderosa no meio do mapa, completamente por acaso, é uma daquelas pequenas alegrias que fazem qualquer FPS valer a pena.

O arsenal disponível é bem satisfatório. Você começa a maioria das missões apenas com o Morita Assault Rifle, um fuzil de assalto com uma escopeta acoplada, mas ao explorar o mapa vai encontrando carabinas, rifles de precisão, espingardas, pistolas, lançadores de foguetes e até um lançador de nuke. As armas comuns ficam em dois slots do inventário, mas existe um terceiro slot dedicado a armas especiais. Aqui mora uma das mecânicas que mais me irritou durante o jogo: quando você pega uma arma especial, você é praticamente obrigado a usá-la imediatamente, porque se trocar de arma, ela cai no chão. E no caos de uma horda de bugs vindo de todos os lados, é muito fácil perder a localização de onde ela caiu. Resultado: várias vezes usei o lança-foguetes antes de querer só porque não tinha escolha. Achei isso uma decisão estranha de design.

O gunplay em si é excelente. As armas têm peso, têm presença. A escopeta em particular é absurdamente satisfatória de usar, capaz de eliminar bugs guerreiros de um tiro só, com um feedback sonoro e visual que dá aquela sensação gostosa de poder. Não existe mira por cima do ombro, no estilo dos shooters modernos, e isso foi uma escolha deliberada e bem-vinda, pois mantém o ritmo acelerado e frenético que o gênero pede.

O sistema de suporte é outro ponto alto. Ao longo do mapa existem pontos marcados com sinalizadores vermelhos onde você pode reabastecer munição, saúde e armadura. Além disso, você pode chamar suporte aéreo, desde pods de suprimentos com novas armas até ataques de bombardeio, fósforo branco e até laser orbital. E tem os mechs, robôs com metralhadora e um braço equipado com motosserra, que se autodestruem quando ficam sem combustível. Eu usei várias dessas explosões finais estrategicamente para limpar grupos de inimigos, e foi muito divertido. Existe também um sistema de kills como recurso: cada inimigo abatido preenche um medidor que melhora a qualidade dos drops de suporte. Isso cria um loop muito inteligente de manter o ritmo de combate acelerado, porque matar mais bugs significa ter acesso a equipamentos melhores.

Você também pode recrutar pequenos grupos de soldados aliados para te acompanhar. E bom… eles são gloriosamente inúteis. Ficam na sua frente na hora de atirar, correm para dentro das suas granadas, morrem em segundos. Depois de um tempo parei completamente de convocar aliados e não senti diferença nenhuma na dificuldade. É um sistema que claramente existe por razões temáticas, para reforçar o humor e o absurdo da franquia, mas mecanicamente deixa a desejar.

Outro ponto que me incomodou um pouco foi o sprint. Existe uma barra de stamina que se esgota quando você corre continuamente. Quando acaba, você volta para o passo normal, e a barra se recarrega em poucos segundos. Isolado, isso não seria problema nenhum. Mas nos mapas enormes do jogo, essa interrupção frequente do sprint virou uma pequena irritação constante, especialmente quando você está tentando chegar rápido em um objetivo distante.

As missões de bug são um modo alternativo que você desbloqueia ao concluir missões da campanha principal. Nelas, você controla um Assassin Bug que pode assumir três formas: Warrior Form, para combate corpo a corpo e regeneração de vida; Hopper Form, que permite voar e reconhecer o terreno; e Tanker Form, com um lança-chamas poderoso e maior resistência a dano. É uma mudança de ritmo bem-vinda e divertida, especialmente jogar nos mesmos mapas da campanha só que do ponto de vista do inimigo. Porém, as missões são bastante curtas, duram em média dez minutos cada, e começam a ficar repetitivas conforme você avança. É uma novidade divertida, mas nunca atinge seu potencial máximo.

As dificuldades disponíveis vão de Recruit, para quem quer só curtir a história, até Citizen, que é para masoquistas de plantão. Escolhi o nível padrão na primeira run e me diverti muito, sem sentir que o jogo era fácil demais ou injusto demais. A variedade de inimigos é razoável: bugs guerreiros são os mais comuns e vão morrer com uns quinze tiros do fuzil, mas os archers ficam em pontos altos atirando projéteis à distância, os tankers e centuriões são verdadeiras esponjas de dano que exigem mais táticas, e os Assassin Bugs são rápidos e imprevisíveis. Enfrentar combinações de tipos diferentes de inimigos ao mesmo tempo é quando o jogo realmente brilha.

Gráficos

Se você está esperando ray tracing e texturas em 8K, pode fechar esse review agora porque esse não é o jogo para você. Ultimate Bug War! abraça completamente uma estética retrô, com visual claramente inspirado nos shooters dos anos 90, e faz isso de forma muito consciente e estilizada. Os ambientes são em 3D, mas os personagens humanos e os próprios Aracnídeos são representados por sprites 2D que se rotacionam conforme a sua posição relativa, exatamente como nos FPS clássicos da era Doom.

À primeira vista, isso pode soar estranho, e eu admito que demorei alguns minutos para me adaptar. Mas o estilo acaba funcionando muito bem dentro da proposta do jogo. A mistura de ambientes 3D com sprites 2D cria uma estética particular e charmosa, e o jogo usa esse contraste com bastante inteligência, mantendo os visuais legíveis mesmo no meio do caos de uma horda de bugs vindo de todas as direções.

O que me impressionou de verdade foi a variedade dos ambientes. Você vai lutar em Klendathu, o planeta natal dos Aracnídeos, com sua atmosfera árida e opressiva; em Zegema Beach, uma paradisíaca estância de lazer humana que virou campo de batalha; nas ruínas de Buenos Aires na própria Terra; e em Planet P, um ambiente mais sombrio e claustrofóbico. Cada locação tem uma paleta de cores e um visual bem distintos, o que mantém o jogo visualmente interessante do começo ao fim.

Os bugs se desmembram em vísceras e gore de forma bem satisfatória, com aquele esguicho de gosma verde que é uma homenagem direta ao filme. Os efeitos de explosão e as animações de impacto das armas são exagerados no melhor sentido, reforçando a sensação de poder de cada disparo. As cenas em live action da cutscenes têm uma qualidade de produção bem acima do que eu esperava, com boa iluminação e performances divertidas dos atores. Não são produções de Hollywood, mas têm um charme genuíno que funciona perfeitamente dentro do universo do jogo.

A decisão mais estranha do ponto de vista visual fica evidente nas missões de bug, onde a câmera muda para terceira pessoa e você vê seu personagem 3D atacando sprites 2D de soldados humanos. Fica um pouco bizarro visualmente, mas é um mal menor que não chega a prejudicar a experiência.

Som

A trilha sonora de Ultimate Bug War! foi uma das minhas grandes surpresas. Auroch Digital criou uma música original inspirada nas composições do filme, e o resultado é ótimo. Os temas bombastos e intensos que tocam durante o combate têm aquela energia épica e levemente ridícula que combina perfeitamente com a vibe de propaganda militar do jogo. Quando você está no meio de uma batalha frenética com centenas de bugs ao redor e a trilha vai crescendo junto com o caos na tela, a imersão é total.

O design de som das armas é outro ponto altíssimo. Cada arma tem um som único e bem trabalhado. A escopeta soa como se estivesse literalmente triturando bug, com aquele impacto grave e satisfatório. O fuzil de assalto tem uma crepitação metálica que convence. O lança-nuke é o destaque absoluto: quando você dispara, a tela quase clareia completamente em branco e o som é ensurdecedor de uma forma muito gratificante. O impacto sonoro das armas contribui enormemente para a sensação de que cada tiro importa.

Os efeitos sonoros dos próprios Aracnídeos também são muito bem feitos. Os guinchos dos bugs guerreiros ao serem atingidos, os rosnados dos tankers se aproximando, o som dos projéteis dos archers cortando o ar são todos distintos e fáceis de identificar, o que ajuda na orientação durante o combate. A dublagem dos atores nas cutscenes é entregue com aquela seriedade exagerada e cômica ideal para o tom do jogo, com Casper Van Dien claramente se divertindo muito no papel do General Rico.

O único ponto onde o som fica um pouco abaixo das expectativas é nos efeitos sonoros mais genéricos do ambiente, como sons de passos, de abertura de portas e interações com objetos do cenário. Esses elementos são funcionais, mas sem personalidade, e contrastam um pouco com a qualidade superior de tudo ao redor.

Diversão

Quero ser completamente honesto aqui: Starship Troopers: Ultimate Bug War! é pura, gloriosa diversão sem pretensão. É o tipo de jogo que você coloca para jogar em uma tarde de sábado e antes de perceber já passou a tarde inteira. Ele não tem a profundidade de um Doom Eternal nem a complexidade de um Halo, mas entrega algo que muitos jogos modernos esquecem de entregar: a sensação de que estar jogando é, simplesmente, muito divertido.

A estrutura de missões em mapas abertos com objetivos livres mantém o ritmo sempre interessante. Nunca fiquei entediado esperando algo acontecer porque sempre tinha bugs para matar no caminho entre um objetivo e outro, sempre havia uma arma nova para pegar ou um segredo para descobrir. A sensação de chegar a um ponto do mapa e de repente se ver cercado por uma horda de insetos de todos os tamanhos, com a trilha bombando e suporte aéreo explodindo ao redor, é genuinamente emocionante.

As cutscenes em live action são um bônus enorme para a experiência. Cada uma delas é um exercício delicioso de sátira política, com piadas sobre bebês sendo enlistados na Federação antes de aprender a andar, memoriais de guerra sendo transformados em parques temáticos, e o General Rico explicando com total seriedade que o jogo que você está jogando é “uma representação fielíssima da realidade do conflito”. São pequenos momentos de brilhantismo que ficaram na minha cabeça muito depois de terminar o jogo.

As missões de bug, apesar de curtas e um pouco repetitivas, funcionam como uma pausa perfeita entre as missões humanas mais intensas. É uma mudança de ritmo inteligente, e controlar um inseto gigante destruindo bases humanas tem um apelo de power fantasy bem satisfatório.

Existe também um sistema de segredos espalhados pelos mapas que, quando encontrados, desbloqueiam modificadores e conteúdo bônus, desde gore extra até comentários dos criadores. Só que aqui tenho uma crítica: o jogo não dá nenhuma pista do que você está procurando quando vai atrás de segredos. Fui jogar com a intenção de encontrar alguns e não fazia a menor ideia do que estava buscando. Uma dica visual ou qualquer tipo de orientação teria ajudado muito.

No geral, a experiência é um entretenimento consistente e muito bem calibrado. Não é um jogo para quem quer ser desafiado intelectualmente ou quer uma narrativa épica. É um jogo para quem quer desligar o cérebro, explodir bugs e se divertir muito no processo.

Performance e Otimização

Tecnicamente, Ultimate Bug War! é um peixe fora d’água no cenário atual de jogos que chegam cheios de bugs, travamentos e crashes no lançamento. Durante toda minha jornada no jogo, não enfrentei nenhum crash, nenhum travamento grave e praticamente zero de bugs técnicos. Considerando a estética retrô e os requisitos modestos, o jogo roda com muita fluidez mesmo em configurações de hardware menos potentes.

No PC, com uma configuração de nível intermediário, consegui manter 144 FPS de forma estável sem nenhum esforço. O jogo tem requisitos baixos para os padrões atuais, o que é uma benção porque significa que praticamente qualquer máquina razoável vai rodá-lo bem. Para quem tem um Steam Deck, a boa notícia é que Ultimate Bug War! funciona perfeitamente no portátil da Valve, rodando de forma suave com os controles padrão sem qualquer configuração adicional necessária. É um dos poucos jogos que realmente funciona bem no Deck sem precisão de ajustes.

O único bug técnico relevante que encontrei foi na última missão, durante o confronto com os Assassin Bugs. Ao subir em uma pequena elevação no cenário, o bug inimigo simplesmente travava e deixava de me atacar, mesmo sendo um inimigo capaz de pular. Tirou toda a tensão daquele confronto específico e foi um pouco decepcionante, mas é um problema isolado que espero ser corrigido em um patch futuro.

No geral, o estado técnico do jogo no lançamento é invejável. Auroch Digital claramente caprichou na estabilidade, e isso merece reconhecimento.

Conclusão

Starship Troopers: Ultimate Bug War! é um dos jogos que me lembraram por que eu amo esse medium. Não é um jogo que vai mudar a indústria, não é um jogo que vai te fazer chorar de emoção ou te dar aquela sensação de ter vivido algo épico. Mas é um jogo que vai te fazer sorrir, te fazer gritar de raiva quando uma horda de bugs te cerca pelo nono décimo vez, e te fazer rir de forma escandalosa com uma cutscene sobre um bebê de uniforme militar.

O que Auroch Digital entregou aqui é, antes de tudo, um exercício de competência e amor pelo material de origem. A sátira de Verhoeven foi transplantada para o formato do videogame com inteligência e respeito, e o resultado é um jogo que tem algo a dizer além de simplesmente ser divertido. Em um momento político em que propaganda, autoritarismo e manipulação de massas são temas muito presentes no debate público, um jogo que ri de tudo isso com tanta elegância tem um valor que vai além do entretenimento.

A duração curta é uma crítica válida e entendo quem se decepciona com isso. Seis a dez horas é pouco para um jogo, e a campanha de bug, embora divertida, não adiciona tanto assim ao tempo total. Mas o jogo nunca deixa de ser bom dentro do que dura, e isso é mais do que a maioria dos jogos longos e inflados conseguem dizer. Recomendo completar em pelo menos duas dificuldades diferentes para tirar o máximo da experiência.

Para fãs de shooters clássicos, para fãs do filme e para qualquer pessoa que está cansada de jogos que levam a si mesmos a sério demais, Ultimate Bug War! é uma recomendação entusiástica e sem reservas. Ele sabe exatamente o que é, faz o que se propõe com muita qualidade, e entrega aquela rara sensação de que cada hora investida valeu a pena. Servir à Federação nunca foi tão gostoso.

Pontos Positivos:

  • Sátira brilhante e fiel ao espírito do filme de Verhoeven
  • Cutscenes em live action divertidas e bem produzidas, com Casper Van Dien
  • Estrutura de missões em mapas abertos com objetivos livres muito bem executada
  • Gunplay sólido e satisfatório, especialmente a escopeta e o lança-nuke
  • Trilha sonora original de qualidade e design de som excelente para as armas
  • Missões de bug como mudança de ritmo inteligente, com três formas distintas
  • Variedade de ambientes visuais interessante ao longo da campanha
  • Otimização exemplar, com performance estável e compatibilidade total com Steam Deck
  • Sistema de suporte aéreo e mechs que adicionam variedade e espetáculo ao combate

Pontos Negativos:

  • Campanha principal curta, entre seis e dez horas
  • Aliados controlados por IA praticamente inúteis
  • Mecânica de armas especiais que força o uso imediato em momentos inadequados
  • Barra de stamina no sprint que vira irritação constante nos mapas grandes
  • Missões de bug repetitivas e sem profundidade suficiente
  • Sistema de segredos sem nenhuma orientação ao jogador
  • Bug de IA nos Assassin Bugs no confronto final
  • Efeitos sonoros genéricos de ambiente contrastando com a qualidade geral do som

Avaliação:
Gráficos: 7.5
Diversão: 9.0
Jogabilidade: 8.0
Som: 8.5
Performance e Otimização: 9.5
NOTA FINAL: 8.5 / 10.0

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