Devil May Cry 5: Devil Hunter Edition – Análise (Review)
25 de junho de 2026Existe uma sensação muito específica que só alguns jogos conseguem provocar: aquela mistura de adrenalina, euforia e satisfação que faz você largar o controle por um segundo só para processar o que acabou de acontecer na tela. Devil May Cry 5 é um desses jogos raros, e quando a Capcom anunciou que ele chegaria ao Nintendo Switch 2 na forma da Devil Hunter Edition, confesso que fiquei com um misto de ansiedade e ceticismo. Afinal, estamos falando de um jogo que quando lançou lá em 2019 já era tecnicamente exigente, cheio de efeitos de partículas, iluminação dinâmica e batalhas caóticas com dezenas de inimigos na tela ao mesmo tempo. Será que o Switch 2 conseguiria dar conta do recado sem comprometer o que faz esse jogo ser tão especial?
Depois de horas e horas jogando tanto no modo portátil quanto conectado à TV, posso dizer que essa dúvida foi respondida de forma bastante satisfatória, com algumas ressalvas que merecem atenção. Devil May Cry 5: Devil Hunter Edition é uma compilação que reúne o jogo base, o DLC do Vergil já desbloqueado desde o início, além de uma série de extras cosméticos como trajes alternativos, faixas musicais adicionais, novos Devil Breakers para o Nero e vídeos de bastidores da produção do jogo. Não é a versão mais completa que já existiu para essa aventura demoníaca, já que alguns recursos exclusivos da Special Edition ficaram de fora, mas o que está aqui já é suficiente para justificar muito bem a compra, especialmente para quem ainda não tinha vivido essa experiência.
A história de Devil May Cry 5 gira em torno de uma ameaça que vai além de qualquer coisa que Dante e Nero já enfrentaram. Um ser demoníaco chamado Urizen invade a cidade de Red Grave City e planta a Qliphoth, uma árvore demoníaca gigantesca que começa a drenar a energia vital da humanidade para alimentar o poder dele. Dante e Nero tentam impedir o avanço da criatura logo no início, mas são derrotados com uma facilidade assustadora. Enquanto Nero consegue escapar com vida, Dante fica para trás, aparentemente fora de combate. Determinado a corrigir essa situação, Nero se une ao misterioso V, um homem de aparência frágil e comportamento enigmático, para rastrear Dante e enfrentar Urizen de vez.
A narrativa é apresentada de forma não linear, alternando entre diferentes pontos no tempo e diferentes perspectivas dos três protagonistas, e embora isso possa soar confuso à primeira vista, tudo se encaixa muito bem conforme você avança nas missões. Há momentos de humor genuíno, que são marca registrada da franquia, mas também reviravoltas dramáticas que realmente surpreendem. Personagens clássicos como Trish e Lady voltam a aparecer, e a rivalidade entre Dante e Vergil, presente desde o primeiro jogo, ganha aqui um dos seus capítulos mais impactantes. Para quem já conhece a série, a experiência é de um fã service bem executado. Para quem está chegando agora, o jogo oferece um vídeo de recap no menu principal que resume os eventos anteriores da franquia, o que ajuda bastante, mesmo que não seja totalmente abrangente.
Mecânicas e Jogabilidade
Se tem uma coisa que Devil May Cry 5 faz melhor do que quase qualquer outro jogo do gênero, é fazer o jogador se sentir estiloso mesmo quando está claramente apanhando. O sistema de combate é estratificado em camadas, e a satisfação de dominar cada uma delas é algo que poucos jogos conseguem replicar. Você começa as primeiras missões achando que entende mais ou menos o que está fazendo, e então o jogo vai gradualmente apresentando novos elementos até você perceber que está no meio de combos absurdos que você nem sabe direito como começou.
Nero é o personagem mais acessível dos quatro disponíveis e provavelmente por isso ele é o protagonista das primeiras missões da campanha. Ele usa a espada Red Queen e a pistola Blue Rose como base de seu combate, mas o grande diferencial dele nessa versão do jogo são os Devil Breakers, braços mecânicos desenvolvidos pela Nico, sua parceira mecânica. Cada braço tem uma habilidade única: o Overture solta descargas elétricas poderosas, o Gerbera dispara explosões de energia que também servem para reposicionar Nero no ar, o Ragtime manipula o tempo ao redor dos inimigos, e existe até um Mega Buster inspirado diretamente no Mega Man que dispara três tiros carregados em sequência rápida. A pegadinha é que os braços são frágeis: usar o ataque especial deles, levar um golpe enquanto os utiliza, ou ativar propositalmente uma explosão deles para um efeito mais poderoso vai destruir o braço e passar para o próximo da sua fila. Isso cria uma gestão constante de recursos que torna cada decisão no combate mais significativa do que parece à primeira vista. E sim, o grapple que permite puxar inimigos em sua direção ou se arremessar em direção a eles continua presente e continua sendo absolutamente delicioso de usar.
Dante é onde a complexidade do jogo realmente entra em cena. Ele tem quatro estilos de combate que podem ser trocados a qualquer momento com o direcional do controle: o Trickster foca em esquivas e mobilidade, te permitindo se reposicionar rapidamente no campo de batalha; o Swordmaster potencializa os ataques com armas brancas e abre novos ataques exclusivos para cada uma delas; o Gunslinger faz o mesmo com as armas de fogo, permitindo sequências de tiros muito mais elaboradas; e o Royalguard é focado em defesa, com um sistema de bloqueio que absorve o dano dos inimigos e permite liberar essa energia de volta em um contra-ataque devastador. Além disso, Dante tem um arsenal imenso que cresce conforme você progride no jogo, incluindo espadas, luvas de boxe, armas de fogo pesadas, e algumas surpresas criativas que prefiro não estragar aqui. Trocar estilos e armas em tempo real para criar sequências de combate únicas é uma das experiências mais ricas e satisfatórias que o gênero de ação tem a oferecer.
V é uma história completamente diferente. Ele é fisicamente frágil e não ataca diretamente os inimigos. Em vez disso, ele comanda três familiares demoníacos: Griffon, um corvo debochado que realiza ataques à distância com raios e projéteis; Shadow, uma pantera que executa golpes corpo a corpo rápidos e brutais; e Nightmare, um golem colossal que entra em cena sozinho e causa uma destruição enorme ao redor. A dinâmica do V é basicamente: usar os familiares para reduzir a vida dos inimigos até que fiquem brancos e atordoados, e então se aproximar com a bengala de V para dar o golpe final que os elimina definitivamente. Isso cria uma experiência que se assemelha a um gerenciador de recursos em tempo real, exigindo que você monitore o posicionamento dos seus familiares, mantenha V em segurança à distância e escolha o momento certo para partir para cima. No começo parece desconfortável e até frustrante, mas quando você encontra o ritmo certo, vira algo único e viciante. É inegável, porém, que as seções com V são as menos viscerais do trio principal, e que a sensação de desconexão com a ação imediata é real.
Vergil, disponível desde o início nessa edição sem nenhum custo adicional, é um personagem extra vinculado a uma campanha paralela que revisita as mesmas fases do jogo principal com cutscenes diferentes e perspectiva narrativa diferente. Sua forma de lutar é baseada na precisão e na velocidade, com a katana Yamato como arma principal, os gauntlets Beowulf para golpes corpo a corpo poderosos e as Mirage Blades para ataques à distância com projéteis de energia. Ele pode invocar um clone de si mesmo para ampliar seus combos, e sua velocidade de execução é absurdamente satisfatória quando você domina o ritmo. É honesto dizer que a campanha do Vergil tem pouco conteúdo narrativo próprio e funciona mais como um complemento pós-jogo do que como uma história independente, mas jogar como ele compensa qualquer limitação de roteiro.
O sistema de avaliação de estilo, que vai de D até SSS dependendo da variedade e qualidade dos seus combates, incentiva constantemente a experimentação. Ficar repetindo sempre o mesmo ataque vai derrubar sua pontuação, então o jogo te empurra naturalmente a explorar tudo que cada personagem tem a oferecer. Isso, aliado a um elenco de inimigos bem variado e chefes com padrões únicos que exigem adaptação, resulta em uma campanha que dificilmente se sente repetitiva.
Gráficos
Ver Devil May Cry 5 rodando em um Nintendo Switch 2 é, sem exagero, uma das experiências mais impressionantes que já tive com um port nessa plataforma. O motor RE Engine da Capcom foi adaptado com um cuidado notável, e o resultado é um jogo que se mantém visualmente muito atraente, especialmente considerando a natureza híbrida do console.
No modo portátil, a surpresa é real. Os modelos dos personagens são ricos em detalhes, com rostos que transmitem expressão e trajes que têm textura e complexidade visual. As animações são extremamente fluidas e a direção de arte do jogo, com seu visual sombrio e caótico que mistura elementos urbanos devastados com estruturas orgânicas demoníacas, se mantém muito bem em uma tela menor. Red Grave City, mesmo em ruínas e tomada pela Qliphoth, tem uma identidade visual forte que impressiona em qualquer tamanho de tela.
No modo TV, o salto de qualidade é perceptível. A iluminação fica mais definida, as texturas de ambiente aparecem com mais clareza e detalhes que passam despercebidos na tela do portátil ficam evidentes numa tela maior. Não estamos falando de um jogo que vai competir com versões de PS5 ou Xbox Series X em termos de fidelidade gráfica bruta, mas a apresentação é consistentemente boa e nunca chega a parecer feia ou datada.
Existem algumas limitações visuais que precisam ser mencionadas. O tratamento dos cabelos de alguns personagens é claramente simplificado em relação ao que foi visto em plataformas mais poderosas, e em determinadas cenas com muita ação e efeitos de partículas simultâneos a qualidade de algumas texturas cai um pouco. Em modo portátil essas imperfeições são menos perceptíveis simplesmente pelo tamanho compatível da tela, mas em uma TV 4K elas ficam um pouco mais evidentes, especialmente nas cutscenes, onde um leve serrilhado aparece com mais frequência. Isso não compromete a experiência de forma significativa, mas quem já jogou nas plataformas de última geração vai notar a diferença.
Som
A trilha sonora de Devil May Cry 5 é um dos elementos mais marcantes do jogo, e felizmente ela chega completa e com todo o seu impacto ao Switch 2. O jogo usa um sistema de música dinâmica que evolui conforme a batalha progride: quando você começa um combate, a trilha começa de forma mais contida, e conforme você vai encadeando combos e subindo o seu estilo de avaliação, a música vai ganhando camadas e ficando mais intensa. Quando você está no SSS, a faixa está no seu pico. É uma relação entre áudio e gameplay que poucos jogos executam tão bem.
Cada personagem tem seu próprio tema e estilo musical. Nero tem faixas mais intensas e diretas, com guitarras pesadas e vocais agressivos. Dante tem algo um pouco mais variado e extravagante, refletindo sua personalidade mais carismática e irreverente. V tem trilhas com um clima mais sombrio e atmosférico, e Vergil recebe músicas que combinam poder e elegância de uma forma que só ele seria capaz de ter.
Os efeitos sonoros são excelentes. Cada golpe tem um impacto que você sente fisicamente, e a diferença sonora entre as armas e estilos de cada personagem ajuda a tornar a identidade de cada um ainda mais distinta. A dublagem em inglês é muito boa, com performances que equilibram o drama e o humor da história de forma competente. O jogo também traz vozes em japonês para quem preferir, e ambas as opções funcionam muito bem com o tipo de narrativa que Devil May Cry oferece. A edição Devil Hunter inclui ainda faixas musicais adicionais que podem ser selecionadas para substituir as originais em alguns momentos, o que é um extra interessante para os fãs mais dedicados.
Diversão
Se tem uma palavra para resumir minha experiência com Devil May Cry 5: Devil Hunter Edition é recompensador. Cada hora investida no jogo transforma sua capacidade de jogar de uma forma tangível. Nas primeiras missões com Dante, por exemplo, me peguei usando basicamente dois ou três ataques porque era tudo que eu conseguia processar. Algumas horas depois, eu estava trocando de estilo e arma no meio de saltos para criar sequências que nem eu mesmo sabia que eram possíveis. E esse arco de aprendizado é incrivelmente divertido.
As batalhas contra chefes são um dos pontos mais altos do jogo, com confrontos épicos que testam tudo que você aprendeu até aquele ponto. Cada chefe tem padrões de ataque únicos que exigem estratégias diferentes e te forçam a dominar as mecânicas do personagem que você está usando naquela missão. Alguns desses confrontos são genuinamente memoráveis e chegam a ser cinematográficos na sua execução.
A variedade entre os três estilos de jogo dos protagonistas mantém o ritmo da campanha muito dinâmico. Quando você começa a se sentir confortável com Nero, o jogo te coloca no controle de V e muda completamente a lógica do combate. Quando você está pegando o jeito com V, é hora de Dante entrar em cena com toda a sua complexidade. Essa alternância é muito bem dosada ao longo das missões e evita que o jogo caia na monotonia.
A campanha principal dura em torno de 12 a 15 horas dependendo do seu ritmo e quanto você explora o conteúdo opcional, mas o jogo é feito para ser jogado várias vezes. Após terminar a história você desbloqueia novos modos de dificuldade, incluindo opções absurdamente desafiadoras que vão te massacrar de formas que você nem imagina. O Bloody Palace, modo de sobrevivência em arenas, também está presente e é o lugar perfeito para testar os limites do que você aprendeu. E claro, a campanha do Vergil adiciona mais algumas horas de conteúdo extra.
Para quem nunca jogou a série antes, existe a opção de ativar Combo Automáticas, que simplifica os controles para que ataques complexos saiam com um único botão. É uma porta de entrada honesta, mas eu recomendo fortemente aprender os controles reais, porque a satisfação de executar um combo manualmente não tem comparação.
Performance e Otimização
Esse é provavelmente o tópico mais importante para quem está considerando comprar essa versão específica do jogo, então vou ser detalhado aqui. A Capcom prometeu 60 quadros por segundo tanto no modo portátil quanto no modo dock, e no geral essa promessa é mantida de forma muito satisfatória, com ressalvas.
No modo portátil, a performance é impressionante. Jogar Devil May Cry 5 numa tela de mão a 60fps é algo que eu não esperava que fosse funcionar tão bem. As batalhas mais caóticas, com múltiplos inimigos, efeitos de partículas e explosões simultâneas, mantêm a fluidez necessária para que o combate se sinta responsivo e preciso, que é exatamente o que um jogo desse tipo precisa para funcionar. Eventuais quedas existem em seções mais abertas ou com muitos elementos dinâmicos na tela, mas são raras e pontuais.
No modo dock, curiosamente, a situação é ligeiramente menos estável do que no modo portátil, embora ainda seja muito boa. A resolução e a qualidade visual sobem visivelmente, mas isso vem com um preço pequeno em termos de estabilidade de framerate em situações mais intensas. Nada que comprometa a experiência, mas é uma observação válida para quem planeja jogar principalmente conectado à TV.
As câmeras merecem uma menção especial, e não necessariamente positiva. Em ambientes mais fechados e corredores estreitos, elas podem se posicionar de formas um pouco inconvenientes, especialmente durante combates mais frenéticos. Você pode ajustar manualmente com o analógico direito, mas em certos momentos a câmera parece desenvolver uma vontade própria que pode atrapalhar levemente a visão do que está acontecendo.
Vale mencionar o que ficou de fora em comparação com a Special Edition lançada anteriormente no PS5 e Xbox Series X. O modo Legendary Dark Knight, que multiplicava drasticamente a quantidade de inimigos em tela para criar algo próximo de um jogo de ação estilo Musou, está ausente aqui. O modo Turbo, que aumentava a velocidade do jogo em 20%, também não está presente. O suporte a Ray Tracing e a opção de 120Hz tampouco chegaram ao Switch 2. É razoável assumir que essas omissões existem por razões de performance, e que incluir esses recursos comprometeria a estabilidade geral do jogo, mas são perdas que impedem essa versão de ser chamada de definitiva.
Conclusão
Devil May Cry 5: Devil Hunter Edition para Nintendo Switch 2 é uma das melhores demonstrações do que a plataforma é capaz de fazer com um título exigente. A Capcom mais uma vez provou que sabe como adaptar seus jogos para o hardware da Nintendo sem sacrificar o que realmente importa: o combate fluido, responsivo e satisfatório que é a essência de tudo que Devil May Cry representa.
Para quem nunca jogou Devil May Cry 5, essa edição é simplesmente essencial. Você tem aqui um dos melhores jogos de ação já feitos, rodando de forma excelente tanto no sofá quanto na palma da mão, com um elenco de personagens variado e bem construído, uma história que prende e emociona nos momentos certos, e um sistema de combate que tem profundidade suficiente para meses de exploração. A presença do Vergil desbloqueada desde o início, sem nenhum custo extra, é um bônus considerável que adiciona horas de conteúdo e um dos personagens mais divertidos de controlar que eu já tive nas mãos.
Para veteranos que já zeram no PS5 ou Xbox Series X, a equação muda um pouco. A ausência do Legendary Dark Knight e do modo Turbo são perdas reais para quem aprecia essas experiências, e a fidelidade visual inferior em relação àquelas versões vai ser perceptível. O principal argumento para essa versão, nesse caso, é a portabilidade: a ideia de poder levar Devil May Cry 5 na bolsa e jogar uma missão em qualquer lugar é muito atraente, e o modo portátil entrega isso com uma qualidade que impressiona genuinamente.
É um jogo que tem sete anos mas que não sente o peso do tempo. O estilo exagerado, os personagens carismáticos, o humor equilibrado com momentos de drama genuíno e, acima de tudo, a sensação inigualável de executar um combo perfeito e ver a tela explodir em efeitos enquanto a trilha sonora atinge seu pico, tudo isso continua fresco e empolgante como da primeira vez. Essa Devil Hunter Edition pode não ser a versão absoluta definitiva do jogo, mas é com certeza uma das formas mais acessíveis e agradáveis de vivê-lo.
É recomendado? Sem hesitar. Se você tem um Switch 2 e ainda não conheceu Nero, Dante, V e Vergil, essa é a sua hora.
Pontos Positivos:
- Sistema de combate profundo, variado e incrivelmente satisfatório de dominar
- Quatro personagens jogáveis com estilos completamente distintos que garantem muita rejogabilidade
- Vergil disponível desde o início sem custo adicional
- Performance muito sólida, especialmente no modo portátil
- Trilha sonora dinâmica e excepcional que evolui junto com o combate
- História bem estruturada com personagens carismáticos e reviravoltas genuínas
- Conteúdo extra abundante, incluindo trajes, músicas e armas adicionais
- Chefes épicos e memoráveis que testam suas habilidades de forma justa
- Opções de acessibilidade para iniciantes sem comprometer a profundidade para veteranos
- Excelentes modelos de personagem e direção de arte marcante
Pontos Negativos:
- Modo Legendary Dark Knight ausente em relação à Special Edition
- Modo Turbo também foi removido nessa versão
- Câmeras com comportamento problemático em ambientes fechados e durante combates intensos
- Campanha do Vergil tem pouco conteúdo narrativo próprio e reutiliza fases da campanha principal
- Serrilhado visível nas cutscenes no modo dock em TVs maiores
- Alguns drops de framerate pontuais em seções mais abertas
- Não é a versão mais completa disponível para quem já jogou no PS5 ou Xbox Series X
- V pode parecer desconectado e menos satisfatório em comparação com os outros personagens
Avaliação:
Gráficos: 8.0
Diversão: 9.5
Jogabilidade: 9.5
Som: 9.5
Performance e Otimização: 8.5
NOTA FINAL: 9.0 / 10.0
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